Cadeirante
Segundo relato, caso ocorreu no Estadual da Prata, em Campina Grande (Foto: Reprodução/Google Street View)

Idosa não teria conseguido votar por ser cadeirante

Eleitor com deficiência pode solicitar a transferência do local de votação para uma seção especial dotada de um melhor atendimento relacionado à acessibilidade

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Uma idosa cadeirante de 79 anos teria sido impossibilitada de votar em Campina Grande, por falta de acessibilidade no local de votação. É o que diz a filha dela, Rose Leão, durante a cobertura do CORREIO nas votações eleitorais no Colégio Estadual da Prata.

Segundo a filha de Rosenira Barbosa, a mãe iria votar no primeiro andar do colégio, onde na parte interna há apenas lances de escada, dessa forma os fiscais que trabalhavam no local no momento da abordagem teriam questionado o peso da cadeira, em seguida teriam relatado que ela não iria votar porque não havia como levá-la até a sessão.

Assista ao relato:

TSE

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em casos como esse, o eleitor com deficiência pode solicitar a transferência do local de votação para uma seção especial dotada de um melhor atendimento relacionado à acessibilidade. Porém, isso tem que ser feito em até 151 dias antes das eleições.

Se o eleitor com deficiência não tiver feito nenhum requerimento, ele ainda pode informar ao mesário suas limitações, a fim de que a Justiça Eleitoral providencie as soluções adequadas no momento.

Em respeito à Legislação Eleitoral, o Portal Correio não publicará os comentários dos leitores. O espaço para a interação com o público voltará a ser aberto logo que as eleições de 2018 se encerrem.

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