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Campanha do caixa 2

O Ministério Público e a Justiça Eleitoral vão ter muito trabalho na campanha deste ano. Motivo: caixa 2. O dinheiro ilícito vai correr solto na campanha. Aliás, já está correndo, “por debaixo dos panos”, como bem frisa a música de Cecéu, gravada por Ney Matogrosso.

Como as empresas estão proibidas de fazer doações, vários pretensos candidatos a prefeito e a vereador já estão com dinheiro guardado para comprar votos, o que não será muito difícil neste período de crise e desemprego crescente.

Conversando com um pré-candidato a vereador de Bayeux e outro de Santa Rita, eles abriram o jogo sem pedir muita reserva. No entanto, me reservo ao direito de não escrever os nomes deles.

Mas disseram claramente: se algum político que tem qualquer tipo de trabalho social em Bayeux quiser se aventurar numa campanha com chances de vitória, precisará dispor de R$ 100 mil “para comprar os votos na reta final da campanha”. Ele falou comprar com todas as letras.

Se não tiver qualquer trabalho social, precisará ter entre R$ 200 e R$ 300 mil só para a compra de votos. Esses valores independem dos gastos oficiais, aqueles que obrigatoriamente terão que ser declarados e que podem ser disponibilizados, inclusive, pelos partidos. O cenário de Bayeux é o mesmo de Santa Rita, de forma ampliada. Como Santa Rita tem um eleitorado maior, os gastos, consequentemente, serão dobrados, segundo o pré-candidato a vereador. (Adelson Barbosa dos Santos)

Trinca

O vice-prefeito Nonato Bandeira, o vereador Bruno Farias e o ex-secretário municipal Ronaldo Guerra têm papéis definidos na trindade que formam. Bandeira é o ideólogo, Bruno se encarrega de dar um tom de idealismo à trinca, e Guerra ensina aos dois colegas como somar e dividir.

Voto…

Coisas da ALPB. O deputado Hervázio Bezerra apresentou um Voto de Aplauso ao presidente da Casa, Adriano Galdino, por ter a coragem de enfrentar as oligarquias políticas de Campina, leia-se os Cunha Lima e os Vital do Rêgo.

…Sem aplauso

Não deu outra: os deputados da oposição pediram bom senso ao líder do Governo sobre os motivos da propositura. Que não era apropriado.

Sem quórum

Até aí tudo bem. Ficou na pauta. Lá pelas tantas, o quórum foi quebrado – de novo. Só que antes havia um projeto de Jeová Campos em pauta, e que acusou a oposição de quebrar o quórum para não votar o voto.

Leviano…

Raniery Paulino saiu em defesa da bancada. Disse que não admitia chiliques e que Jeová estava sendo leviano e usando de inverdades. Eita, gôta.

Turma do deixa-disso

A turma do ‘deixa-disso’, no caso Anísio Maia, pediu ao presidente da hora, Nabor Wanderley, que encerrasse a sessão porque a discussão não seria frutífera. Nabor acatou e encerrou. Mas, se engana quem acha que a coisa esfriou. Jeová partiu em direção a Raniery, com dedo em riste, disse palavras não repetíveis e saiu soltando fumaça.

Palestra

O corregedor-geral de Justiça, desembargador Arnóbio Alves, esteve com o corregedor da PM, o tenente-coronel Severino Araújo. Na pauta: a possibilidade de ser ministrado curso técnico para os policiais.

Visita

O procurador Marcílio Franca recebeu a confirmação que o embaixador da Suíça, em Brasília, André Reli, virá em maio a João Pessoa.

Barreira

O vereador Lucas de Brito (PSL) cobrou celeridade nas obras de contenção da barreira do Cabo Branco, conforme anunciado pela Prefeitura, durante a apresentação do projeto de revitalização da área.

Kombi

Há quem já faça apostas sobre a votação relatório do impeachment: “Até domingo, o Planalto só vai contar mesmo com a Kombi do PC do B”.

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