Cartaxo volta a negar aumento na passagem de ?nibus em Jo?o Pessoa

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O prefeito de João Pessoa, Luciano Cartaxo (PSD), voltou a negar nesta segunda-feira (11) que há previsão para o aumento das passagens de ônibus neste começo do ano. Segundo ele, o assunto não entrou em discussão e não é prioridade da gestão, mesmo após o diretor institucional do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de João Pessoa (Sintur-JP), Mário Tourinho, ter afirmado que a tarifa do transporte público pode subir para até R$ 3,20 neste início de 2016.

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“Nós estamos começando o ano agora, nossa prioridade é continuar entregando obras para nossa cidade, cumprindo o cronograma que nós montamos no final do ano passado que demonstra nosso compromisso, nosso planejamento com nossa cidade. Semana entregamos uma praça, hoje estamos entregando mais uma Unidade de Saúde da Família. Então, não está na nossa pauta neste momento fazer nenhuma discussão sobre o reajuste da passagem”, garantiu Cartaxo durante entrega de uma USF no bairro do Cristo Redentor.

O prefeito disse ainda que esteve reunido na semana passada com o secretário de Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana, Carlos Bantiga, discutindo melhorias no transporte e na mobilidade urbana, mas que questões sobre aumento de passagens de ônibus não foram tratadas.

“Nós não temos nenhuma discussão estabelecida na Semob de passagem. Eu conversei com o secretário Carlos Batinga na semana passada e nós estamos tratando de outras prioridades dentro da melhoria e da qualidade do nosso transporte”, contou.

Na sexta-feira (8), Cartaxo já havia garantido que não haverá aumento nas tarifas de ônibus neste início do ano. Ele descartou que haja planos para reajuste e disse que não sofre pressão dos empresários dos transportes coletivos da Capital com essa intenção.

Já Mário Tourinho voltou a defender que a tarifa atual está defasada desde a sua implantação. Segundo ele, o valor aprovado no ano passado foi R$ 2,76, porém a tarifa aplicada é R$ 2,70. Ele argumenta que essa situação tem causado prejuízo de cerca de R$ 300 mil todos os meses para as empresas de ônibus.

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