O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), líder da oposição ao governo, defendeu, no início da sessão da admissibilidade do impeachment, que o Senado Federal não deve procrastinar a votação que pode afastar Dilma Rousseff da Presidência. A sessão estava prevista para começar às 9h, mas atrasou em cerca de uma hora.
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“Esse é um dia histórico e que enche de esperança o país. Os brasileiros estão de olhos voltados para este momento. Para que procrastinar quando todos os senadores estão inscritos para a votação? Apelo, presidente Renan Calheiros, que o senhor evite essa manobra que quer impedir o andamento do processo”, disse Cássio.
A fala do paraibano rebateu questão de ordem feita pela senadora Gleisi Hoffmann, que pediu que o Senado esperasse julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) para começar a votação.
Ela alegou que o processo só teve início na Câmara por vingança do presidente Eduardo Cunha e citou desvios de conduta do deputado federal.
O pedido de Gleisi Hoffmann foi negado por Renan Calheiros.
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