Início Entretenimento

Circulandô chega a Ingá com cinema e oficinas de arte

A 25ª edição do projeto Circulandô, do Centro Estadual de Arte (Cearte), estará na cidade de Ingá nos dias 14 e 15 de setembro com sete oficinas de arte nas áreas de Dança, Música, Audiovisual, Teatro e Artes Visuais. Também será feita a exibição de filmes em curta metragem na Praça Central da cidade.

O projeto tem como objetivo reciclar os conteúdos de arte dos professores e multiplicadores atendidos e iniciar os alunos nas linguagens artísticas oferecidas, funcionando como uma extensão do Cearte, que nesta edição, está oferecendo 137 vagas para oficinas que ocorrerão no sábado (14) e domingo (15), das 8h às 12h.

As vagas serão divididas em aulas para Cinema de Bolso, Danças Urbanas, O Espaço do Ator na Interpretação do Cordel, Canto Nação Cariri, Danças Populares, Prática de Preparação Para o Ator e Fotografia com Smartphone. As oficinas serão realizadas na escola ECI EMM Luiz Gonzaga Burity.

As inscrições podem ser feitas na própria escola, onde serão realizadas as oficinas, que fica na Rua Duque de Caxias, 54, ou na Secretaria de Educação do município até esta sexta-feira (13), das 8h às 11h e 14h às 17h. O público atendido será de crianças a partir de sete anos, adolescentes, jovens e adultos.

Cinema na praça

Já o Cine Circulandô ocorrerá no sábado (14), às 19h, na Praça Vila do Imperador, em frente à Igreja Matriz, em sessão gratuita. Em Ingá o projeto de exibição apresentará cinco curtas-metragens, dois deles inéditos no estado.

A programação inclui três produções inéditas no estado, sendo elas, “Fantasia de índio”, de Manuela Andrade; “Baile”, de Cíntia Domit Bittar e “Odete”, uma coprodução Ceará – Minas Gerais, estrelada por Verônica Cavalcanti, professora do Cearte que estará presente na sessão. Completam a programação dois curtas paraibanos, “Seiva” e “O grande amor de um lobo”, recém-premiado no Cine Ceará. Também será exibida a produção goiana “O Violeiro Fantasma”.

Sobre o Cine Circulandô

O projeto de exibição, que teve início em 2013, é voltado para a formação de público de cinema no estado da Paraíba e é o único projeto de exibição permanente de curtas em atividade no estado. Uma de suas funções é incluir o interior do estado no circuito de exibição independente, principalmente em cidades que não contam com festivais e salas de cinema.

Nos últimos dois anos, o Cine Circulandô apresentou cerca de 50 filmes, parte deles inéditos no estado, entre eles o curta paraibano “A ética das hienas”, recém-premiado no Festival de Gramado.

Oficinas:

Cinema de Bolso, com Rodrigo Quirino, idade livre – 20 vagas;
Danças Urbanas, com Vant Vaz, para adolescentes, pré-adolescentes acima de 10 anos – 25 vagas;
O Espaço do Ator na Interpretação do Cordel com Bento Júnior, a partir de 7 anos – 20 vagas;
Canto Nação Cariri, com Hildemburgo, a partir de 10 anos – 15 vagas;
Danças Populares, com Luciana Portela, a partir de 16 anos – 20 vagas;
Prática de Preparação Para o Ator, com Verônica, a partir de 15 anos – 20 vagas;
Fotografia com Smartphone, com Allan Luna, a partir dos 16 anos – 20 vagas.

Cine Circulandô

O Violeiro Fantasma (2017), de Wesley Rodrigues
Sinopse: Com o som de sua viola, um misterioso violeiro apresenta um sertão mágico e psicodélico através de sua cantoria. Baseado na composição Martelo Agalopado (improviso), de Diniz Vitorino e Silveira.

O Grande Amor de um Lobo (2019), de Kennel Rógis e Adrianderson Barbosa
Sinopse: na busca pelo verdadeiro amor um jovem faz da realidade seu próprio filme.

Odete (2012), de Clarissa Campolina, Ivo Lopes de Araújo e Luiz Pretti
Sinopse: Odete está presa entre o passado e o futuro. Ela sai em viagem, mas continua imóvel. Ela encara o abismo e se pergunta se sairá viva.

Baile (2019), de Cíntia Domit Bittar
Sinopse: Há dias que nos amadurecem mais. Andréa tem só dez anos e talvez ainda não perceba que seu dia foi assim.

Fantasia de Índio (2018), de Manuela Andrade
Sinopse: Desde criança, ouvia a minha mãe falar da minha ascendência indígena. Há duas décadas meu tio materno foi ao encontro dos Xukurus à procura desse passado. Resolvi dar continuidade a essa busca.

Seiva (2019), de Ramon Batista
Sinopse: entre a contemplação e o alerta para trazer luz a seiva essencial da vida, a água. Recurso finito e fundamental

Comentários

Deixe seu comentário

Seu endereço de email não será revelado.

publicidade
© Copyright 2021. Portal Correio. Todos os direitos reservados.