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Ivo Marques

Graças ao futebol, a participação dos atletas da Paraíba nos Jogos Olímpicos de Tóquio pode ser considerada muito boa. Dos sete paraibanos na maior competição esportiva do planeta, 2 conquistaram medalhas de ouro, o goleiro Santos, de Cabaceiras, e o atacante Matheus Cunha, de João Pessoa, ambos pela Seleção Olímpica Brasileira de Futebol Masculino. Aliás, essas não são as duas primeiras medalhas de ouro de paraibanos em uma olimpíada. Nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, o lateral Douglas Santos também conquistou a medalha de ouro. As outras duas medalhas de atletas da terra em olimpíadas foram ganhas por Mazinho, prata também no futebol, em 1988, em Seul na Coréia do Sul, e Zé Marco do vôlei de praia, prata em 2000, em Sidney na Austrália.

Dos 5 outros atletas que foram para Tóquio e não conseguiram medalhas, dois deles foram surpresas para mim. O primeiro foi Álvaro do Vôlei de Praia, que era um dos favoritos ao pódio, ao lado do capixaba Alison. Eu esperava uma medalha da dupla. Só não sabia a cor. Mas sair sem nada foi uma grande surpresa.

O segundo atleta foi Netinho, do Taekwondo, que não passou nem da primeira fase e esperávamos uma disputa no mínimo pelo bronze. Ele saiu daqui como uma esperança de medalha e estava em grande forma com bons resultados em competições internacionais.

Não sei o que houve, pode ter sido a pressão de uma olimpíada que possa ter mexido com o emocional do atleta.
Jucilene, no dardo, eu confesso que não esperava muito. Luana nos saltos ornamentais também não esperava chegar longe.

Mas só em estar lá em uma olimpíada nos representando, sem o apoio necessário para uma atleta de alta performance, já foi muito para todos os sete. Continuamos na torcida, Paris está pertinho, só faltam três anos.

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