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Juliana Coelho

Empreender é um ato de coragem.

Desde o ano passado, com a chegada da COVID19, o mundo empresarial precisou repensar todas as suas operações, da noite para o dia, para sobreviver. E o que é empreender senão construção e reconstrução diária? Só chega ao topo quem persevera na luta do querer dar certo, transformando e reinventando suas ideias.

Nesse contexto, as grandes estrelas do empreendedorismo brasileiro são as micro e pequenas empresas e os microempreendedores individuais, que representam, juntos, 27% do PIB do Brasil. Daí a importância de incentivar e qualificar esse público, especialmente durante o pós pandemia.

Uma outra categoria que precisa ser exaltada são as empresárias. Sim, empresárias. Pesquisas indicam que o papel do empreendedorismo feminino para superar a crise é indiscutível. Segundo dados do Sebrae , estima-se que cerca de 52% das empreendedoras tiveram que fechar seus negócios, mas, ao mesmo tempo, foram elas as que tiveram melhor desempenho na busca por soluções digitais, chegando a vender cerca de 32% a mais do que os empreendedores do sexo masculino.

Na minha atuação como advogada empresarial, lido diariamente com soluções para os problemas dos empresários e empresárias, e, várias das questões que afligem este público poderiam ser resolvidas com uma única arma: CONHECIMENTO!

Diante da carência de conteúdo especializado, prático e sem juridiquês, para auxiliar no desenvolvimento dos seus negócios, apresento-lhes o propósito da coluna “Descomplica Empresa”: ser uma caixinha de ferramentas e insights, especialmente jurídicos, para auxiliar o empreendedor e a empreendedora brasileira na sua jornada.

Vamos juntos!

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