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Começam inscrições para 3.365 vagas de recenseadores do Censo 2021 na Paraíba

Trabalho do recenseador envolve a visita a domicílios e a aplicação do questionário do Censo aos moradores desses locais
Foto: Reprodução/Google Street View

Começam nesta terça-feira (23) as inscrições para a seleção de recenseadores do Censo Demográfico 2021. Na Paraíba, são ofertadas 3.365 vagas. Os empregos são temporários, inicialmente por três meses, e têm remuneração atrelada à produtividade, ou seja, ao número de domicílios visitados e de pessoas recenseadas.

O trabalho do recenseador envolve a visita a domicílios e a aplicação do questionário do Censo aos moradores desses locais e exige o ensino fundamental completo. Em todo o Brasil, 181.898 serão convocadas ao fim do processo seletivo.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Censo será realizado em 5.300 municípios. O local de trabalho deverá ser escolhido no momento da inscrição, que deve ser feita até 19 de março pelo site da banca organizadora. A taxa de inscrição custa R$ 25,77.

A seleção será feita através de prova a ser realizada no dia 25 de abril. No site do Censo é possível obter informações sobre o processo seletivo e também será possível simular o salário de recenseador.

Agente censitário

Também estão abertas inscrições, até 15 de março, para os processos de seleção de agentes censitários supervisor e municipal. Os agentes supervisionam o trabalho dos recenseadores e devem ter o ensino médio completo.

Os agentes censitários municipais terão a remuneração de R$ 2.100. Já os supervisores ganharão R$ 1.700. Ambos empregos são temporários, com duração inicial de cinco meses e carga horária semanal de 40 horas.

A inscrição também é feita pela internet e custará R$ 39,49. A prova para esses cargos será aplicada no dia 18 de abril, o que permite que o candidato concorra tanto para recenseador quanto para agente censitário.

O Censo é realizado a cada dez anos e estava previsto para o ano passado, mas acabou sendo adiado para este ano devido à pandemia do novo coronavírus.

A pesquisa pretende visitar os mais de 70 milhões de endereços do país, com o objetivo de conhecer informações como as características dos domicílios, identificação étnico-racial, nupcialidade, núcleo familiar, fecundidade, religião ou culto, deficiência, migração interna ou internacional, educação, deslocamento para estudo, trabalho e rendimento, deslocamento para trabalho, mortalidade e autismo.

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