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Desembargador alega foro íntimo, deixa processo e habeas de Rodolpho segue indefinido

O processo de análise do habeas corpus de Rodolpho Carlos Gonçalves da Silva, acusado de atropelar e matar o agente de trânsito Diogo Nascimento, durante uma blitz da ‘Lei Seca’ que aconteceu no dia 21 de janeiro deste ano, no bairro do Bessa, está sem desembargador definido. Neste domingo (30), ao Portal Correio, o desembargador João Benedito, que iria analisar o pedido, alegou questões de ‘foro íntimo’ para não decidir sobre o caso.


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Segundo o desembargador João Benedito, ele até chegou a receber o processo, como alegou ao Portal Correio na sexta-feira (28), mas optou por pedir a redistribuição do habeas corpus.


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“Na sexta, no final do expediente, eu examinei e vi que não deveria decidir [sobre o habeas corpus] por uma questão de foro íntimo e foi pedida a redistribuição para outro desembargador”, afirmou o desembargador João Benedito.

O Portal Correio tentou contato com a assessoria de comunicação do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) para saber se já houve redistribuição do processo, mas as ligações não foram atendidas até a publicação desta matéria.

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