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Desenvolvimento com planejamento

Não há como ignorar a importância do Pacto pelo Desenvolvimento Social- versão 2017- lançado, ontem, pelo governador Ricardo Coutinho. Ao destinar R$ 90 milhões para investimentos nos municípios em um momento de crise, em que vários Estados enfrentam o caos econômico, o socialista demonstra o que pode ser resumido em uma palavra: planejamento. Ao assumir o Governo em 2011, Ricardo procurou estancar, por exemplo, a onda de assassinatos para, posteriormente, acompanhar o decréscimo, mesmo que lento, da violência. O Governo Ricardo também colocou em prática promessas ignoradas por administrações anteriores, como a retirada de 54 municípios do isolamento rodoviário. Quem conhece o Sertão como eu, sabe.

O Pacto pelo Desenvolvimento Social é uma das ações do Governo que estão dando certo. Os índices de analfabetismo, por exemplo, são reduzidos ano a ano, inclusive, com reconhecimento da ONU. Na saúde, Ricardo encontrou um quadro de 23 mortes por cada grupo de mil crianças nascidas vivas. Reduziu pela metade (hoje são 12 por mil) e pretende sair com menos de 10 por mil. Nesse contexto, o socialista destacou o fim da fila da morte de crianças com problemas cardíacos, por meio de uma rede cardiológica pediátrica que já fez mais de mil cirurgias, todas pagas com dinheiro do Estado e nenhum centavo do SUS. Ricardo garantiu que não faltará dinheiro para o Pacto, e espera que todos os prefeitos façam a adesão, sem qualquer contrapartida financeira. Se é para torcer, que seja para que dê certo.

Até o fim. Será?

“O meu plano é cumprir meu mandato de vice-governadora até o final. Eu estarei com ele [governador Ricardo Coutinho] até o fim”. A declaração é da vice-governadora Lígia Feliciano, durante evento do lançamento do Pacto pelo Desenvolvimento Social 2017. “2018 deve ficar para 2018”, arrematou Lígia.

Entre cadeiras

A declaração de Lígia ao programa Correio Debate, capitaneado por Fabiano Gomes, direto do Espaço Cultural, surgiu após a ‘distância’ das cadeiras entre o governador Ricardo Coutinho e Lígia Feliciano, no evento.

Transposição de 2018

Ainda há muita água para rolar nessa transposição de 2018. Se Ricardo sairá para disputar o Senado, abrindo mão da caneta, doido é quem aposta.

Calor insuportável

A ex-ministra Eleonora Menicucci merecia melhor tratamento da UFPB e não o vexame patrocinado, anteontem à noite, em uma palestra no CCHLA. Com o ar condicionado desligado, o calor era insuportável.

Lâmpadas queimadas

Além do mais, algumas lâmpadas estavam queimadas. Só ficou no local quem estava muito a fim de ouvir as sábias palavras da ex-ministra.

Rádio peão de butuca

Dois fatos chamaram atenção da rádio peão durante o evento no Espaço Cultural. Primeiro, uma pré-chapa com Gervásio Maia, Raimundo Lira e… João Azevedo. Não se sabe quem abre e quem fecha a chapa. A segunda: o Governo pode fechar o Jornal A União impresso, mas mantendo o on-line, sob a batuta da Rádio Tabajara.

Sem greve

“Nós não estamos defendendo a greve. Estamos aqui, defendendo um diálogo para que não haja greve e que o Governo tenha um diálogo com a polícia militar”, ressaltou o líder da oposição Tovar Correia Lima.

A ponte

O tucano propôs que a oposição – hoje com 12 parlamentares – possam ser uma ponte para esse diálogo para que a Paraíba não vire um Espírito Santo.

Racismo

O vereador Eduardo Carneiro disse que vai cobrar do Ministério Público a fiscalização do cumprimento de leis municipais de sua autoria como a que proíbe a entrada de torcedores racistas nos estádios.

Fora do ninho

O deputado Antônio Mineral foi o único parlamentar tucano presente, ontem, no lançamento do Pacto pelo Desenvolvimento Social.

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