
O diácono de uma igreja evangélica, preso por suspeita de estupro contra três vítimas, foi identificado por meio de exames de DNA. De acordo com a polícia, os crimes vinham sendo cometidos desde 2021.
O primeiro caso foi registrado em Bayeux, quando ele teria abordado uma mulher no meio da rua com uma faca, e obrigado a vítima a entrar em uma área de mata para cometer o crime. Na época, o caso foi arquivado porque não foi possível determinar a autoria do delito.
Já os outros dois estupros aconteceram em João Pessoa, contra duas adolescentes de 13 anos de idade. No último caso registrado em 2024, a vítima conseguiu reconhecer o suspeito porque ele estava trabalhando como motorista de aplicativo.
De acordo com a delgada Amin Oliveira, após exames de DNA serem realizados com as adolescentes, foi encontrado o mesmo material genético nas três vítimas, levando a identificação do diácono.
O caso foi desarquivado, e após buscas serem realizadas, o homem foi preso pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na região de Campina Grande, onde pretendia fugir para o interior de Pernambuco.
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