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“Doideira que nunca poderei contar”, postou segundo preso por crime na Espanha

Marvin Henriques Correia, de 18 anos, preso em João Pessoa nesta sexta-feira (28), suspeito de participar indiretamente do assassinato de uma família paraibana na Espanha, havia postado, no Twitter, na data que a polícia estima que o crime ocorreu, 17 de agosto, uma mensagem que poderia estar relacionada ao fato: “hoje aconteceu uma doideira que nunca poderei contar a ninguém”, disse o detido na rede social. Confira abaixo print da postagem.

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Postagem suspeita de Marvin no Twitter

Foto: Postagem suspeita de Marvin no Twitter
Créditos: Reprodução/Twitter

No dia 26 de setembro, data da reconstituição do crime, Marvin realizou outra postagem suspeita, também no Twitter: “me seguro muito para não falar o que não devo”. Confira abaixo o comentário:

Postagem no dia da reconstituição do crime

Foto: Postagem no dia da reconstituição do crime
Créditos: Reprodução/Twitter

Durante os trabalhos na Espanha, moradores da província de Pioz se aglomeraram nas imediações da casa e direcionaram gritos de “assassino” e outros insultos ao jovem da Paraíba, conforme noticiou o site espanhol ABC.

Em coletiva de imprensa, os delegados Reinaldo Nóbrega e Marcos Paulo Vilela informaram que suspeito deu dicas ao mentor e executor do crime, François Patrick Nogueira Gouveia, de como agir para ocultar provas e corpos. Os dois ainda teriam comentado o caso com risadas. O contato entre Patrick e o jovem preso nesta sexta foi simultâneo ao crime e feito pelo WhatsApp.

A prisão já repercute na Espanha. O El País noticiou que Patrick enviou selfies ao lado dos cadáveres para o amigo. A publicação destaca que o jovem disse à polícia que não achava que estava cometendo crime ao ajudar Patrick.

A participação do jovem no caso foi denunciada por um amigo, que havia pego o celular dele emprestado e encontrou mensagens e fotos relativas ao assassinato na Espanha. O aparelho e o computador do suspeito foram apreendidos pela Polícia Federal e vão passar por perícia.

Até esta sexta-feira, apenas Patrick, que é sobrinho do casal e primo das crianças mortas, era investigado pelo crime. Ele se entregou às autoridades espanholas na última quarta-feira (19) e confessou ter matado os familiares após sentir ódio incontrolável, sem revelar, no entanto, uma motivação mais clara.

Os corpos da família paraibana foram encontrados no dia 18 de setembro, dentro de sacos plásticos. O casal, Marcos Campos e Janaína Santos, foi esquartejado. Na época, peritos disseram acreditar que o crime tinha ocorrido há pelo menos um mês.

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