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Em CPI, Vivo diz que opera bem na Para?ba e critica legisla??o do Estado

A Vivo foi ouvida pela CPI da telefonia, na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), nessa quarta-feira (16), e o diretor da empresa Daniel Silveira da Encarnação, disse que a operadora presta bons serviços, mas esbarra na legislação defasada do Estado, que atrapalham a modernização de equipamentos.

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Daniel fez uma apresentação falando sobre a presença da empresa em 73 municípios do Estado, com aproximadamente 578 mil clientes. O diretor também afirmou que a empresa investiu R$ 8,5 milhões na Paraíba em 2014 e em 2015 deve ultrapassar os R$ 10 milhões. O representante lembrou que tem 11% do mercado da Paraíba e que a rede atual comporta um número muito maior do que o que tem hoje.

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O diretor falou sobre as dificuldades encontradas no Estado, principalmente com relação a legislação defasada que impedem que os equipamentos modernos possam contemplar as leis de cada uma década com relação a instalação de antenas.

O representante da Vivo avalia como bom o serviço da operadora na Paraíba. “Temos conseguido cumprir os indicadores de qualidade da Anatel e a rede que a empresa possui no estado é suficiente para atender a quantidade de clientes do Estado.

O diretor da Vivo revelou também que a empresa não tem serviço de call center no Estado, mas no Brasil tem em torno de 25 instalações para atender os clientes.

Posição dos parlamentares

O presidente da CPI, João Gonçalves, destacou que a população está tendo que comprar todos os chips das operadoras para conseguir falar em diferentes cidades. A deputada Camila Toscano concordou com a informação, destacando que em Guarabira a população tem que adquirir chips de todas as operadoras porque depende da cidade que circule.

Já o deputado Inácio Falcão ressaltou que a Vivo foi multada em 151 milhões de euros por irregularidades em fornecimento do serviço na Europa.

O deputado Anísio Maia também participou da audiência da CPI e destacou que as operadoras tem atuação muito semelhante. “Elas usam os mesmos argumentos e tem desculpa pra tudo. A opinião pública toda conhece que a deficiência do serviço oferecido pelas operadoras”, destacou.

A sessão dessa quarta-feira contou com a presença do presidente da CPI, João Gonçalves; a vice-presidente Camila Toscano; o relator Bosco Carneiro e os deputados Janduhy Carneiro, Anísio Maia, Inácio Falcão, Antônio Mineral, Ricardo Barbosa e Hervázio Bezerra.

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