Em vigor desde o dia 31 de março, a greve dos servidores da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) prejudica o ritmo de atendimentos no Hospital Universitário Alcides Carneiro. Os servidores da instituição reivindicam a paridade entre os servidores públicos e ascensão da carreira. Além disso, os funcionários do hospital protestam contra a privatização da unidade de saúde.
Dentre os serviços mais penalizados devido à paralisação estão o agendamento de consultas com médicos, psicólogos e nutricionistas e a realização de cirurgias. Antes da greve, o Hospital Universitário realizava uma média de 12 a 25 procedimentos cirúrgicos diariamente. Desde a paralisação, mais de 400 exames e consultas deixam de ser realizadas todos os dias e o número de cirurgias foi reduzido pela metade.
O reitor da instituição, Edilson Amorim, garantiu que serão tomadas medidas para amenizar a situação. “Vamos conversar com a doutora Berenice no sentido de buscar a solução para esse problema e encontrar uma forma de manter esses serviços que são essenciais e que a população carece na margem percentual de 30%”, afirmou o reitor.
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