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Filho de Rosilene Gomes será candidato a presidente da FPF

A eleição para presidente da Federação Paraibana de Futebol (FPF) começa a ‘tomar corpo’ e nesta segunda-feira (27), mais um nome se lançou para a disputa. Filho da ex-presidente Rosilene, Sandro Gomes confirmou que vai concorrer no pleito ao lado do supervisor de futebol do Campinense, Dorgival Pereira. Os outros nomes que formarão a chapa ainda não foram divulgados.

Antes, a informação que circulava nos bastidores era que Tyrone Gomes (irmão de Sandro) também faria parte da chapa, mas ele mesmo fez questão de esclarecer a história, afirmando que seria sim o candidato, mas em um projeto que contava com o apoio do presidente afastado Nosman Barreiro.

“Eu estava na chapa como vice de Nosman. Quando ele não tinha mais condições de ser candidato, por causa das condenações no STJD, conversamos e ficou tudo certo que eu ficaria na cabeça da chapa. Ele silenciou e para a minha surpresa, ele apareceu apoiando a advogada Michelle Ramalho”, disse.

Sobre Sandro, Tyrone afirmou que ele era um nome natural, já que vários clubes pediam que ele fosse o candidato. No início, segundo o irmão, houve resistência do próprio Sandro, mas depois ele acabou aceitando o desafio.

Para esta eleição, de acordo com o estatuto da entidade, cada candidato precisa ter o apoio de, pelo menos, oito clubes profissionais e oito amadores/ligas. Tyrone afirmou que o grupo tem o número de apoios necessários, mas que continuará trabalhando em silêncio até o registro da candidatura.

A assembleia que escolherá o novo presidente da FPF está programada para acontecer no próximo dia 29 de setembro, com uma primeira convocação às 10h e se não houver mais da metade dos filiados, às 11h o evento pode ser iniciado com qualquer número de participantes.

Desde que foram iniciados os rumores do processo eleitoral, vários nomes afirmaram que concorreriam ao pleito. Entre eles estão o do advogado e ex-diretor da FPF, Eduardo Araújo; o ex-presidente do Auto Esporte, João Máximo Malheiros; o ex-árbitro, Marcílio Braz; o dirigente do CSP, Josivaldo Alves.

*Por Raniery Soares, do Jornal Correio.

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