
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que “a guerra não acabou” em primeiro pronunciamento após o exército do país matar Yahya Sinwar, líder do grupo extremista Hamas. A morte foi confirmada nesta quinta-feira (17).
“Precisamos resgatar os sequestrados”, afirmou o primeiro-ministro. No momento, Israel contabiliza 101 pessoas reféns em Gaza, quase todos sequestrados no dia 7 de outubro. “Libertem-os e deixaremos vocês viverem”, disse.
“Sinwar foi eliminado, mas a missão ainda não acabou e precisamos resgatar os sequestrados”, disse Benjamin Netanyahu, em pronunciamento.
Sinwar estava com outros dois membros do Hamas em Tal as Sultan, perto de Rafah, no sul do enclave, quando foi morto, segundo Israel. As Forças de Defesa afirmaram que os soldados mataram três homens armados e só desconfiaram da identidade do líder do Hamas após o assassinato.
O líder do Hamas é apontado como “arquiteto” do ataque terrorista de 7 outubro. Segundo o canal Al Jazeera, ele era considerado “inimigo número 1” de Israel desde então.