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Hospitais universitários da Paraíba recebem R$ 2,4 mi do Ministério da Saúde

O Ministério da Saúde liberou R$ 2,4 milhões destinados aos hospitais universitários da Paraíba. Os recursos, liberados no final de julho, são direcionados ao custeio dos serviços ambulatoriais e de internação realizados em três unidades de ensino que prestam atendimentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no estado. Para todo o Brasil, foram destinados R$ 137 milhões a 55 hospitais.

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Os recursos são distribuídos entre os hospitais universitários Lauro Wanderley (HULW), da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) em João Pessoa, que recebe R$ 1.511.931,16; Alcides Carneiro, da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), que conta com com R$ 890.677,75 e Júlio Bandeira (UFCG), que recebe R$ 65.370.

O novo montante repassado integra o Limite Financeiro de Média e Alta Complexidade (Teto MAC), principal rubrica de custeio do Ministério da Saúde, repassada de forma automática e regular. O Teto MAC é o responsável pelo pagamento de procedimentos como consultas, exames, internações e cirurgias.

Os valores repassados correspondem à sétima parcela de pagamento do ano a esses estabelecimentos. Com a soma dos novos repasses, já são mais de R$ 910 milhões em recursos federais empregados no custeio dos hospitais universitários de todo o país neste ano.

Além do Teto MAC aos hospitais universitários, o Ministério da Saúde destina ainda aportes financeiros por meio do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (REHUF). Neste ano, já foram mais de R$ 230 milhões. Estados e municípios também podem empregar recursos próprios para custear os procedimentos, assim como as universidades gestoras de cada unidade de ensino.

O ministro da Saúde, Ricardo Barros, destaca que os repasses para os hospitais universitários são um compromisso federal para a manutenção e expansão dos atendimentos à população. “O Ministério da Saúde tem atenção e cuidado hospital com os hospitais de ensino, pois sabe que eles são complementares às redes hospitalares e ambulatoriais locais, e, em alguns municípios, são a principal oferta desses serviços”, avalia.

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