A indústria da construção na Paraíba continua em expansão, mas crescendo menos. Os dados são da Pesquisa Anual da Industria da Construção (PAIC) de 2013, divulgada nesta quarta-feira (21) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número de pessoas ocupadas no setor passou de 36.804, em 2012, para 38.204, em 2013, resultando em um crescimento relativo de 3,8%, semelhante ao verificado no Nordeste (3,6%) e no Brasil (3,5%).
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Já entre 2007 e 2013, o crescimento verificado no nível de ocupação formal da construção paraibana foi de 183,2%, sendo superior ao verificado tanto no Nordeste (113,6%) quanto no Brasil (85,9%).
Com relação ao número de empresas ativas, houve um crescimento de 5,2% em relação a 2012, passando de 955, em 2012, para 1.005, em 2013. De acordo com a pesquisa, essa variação foi inferior à verificada tanto no Brasil (6,5%) quanto no Nordeste (14,1%), para o mesmo período. Na comparação com 2007, momento em que havia 381 empresas ativas na Paraíba, o crescimento relativo verificado no número de empresas foi de 164,0%, crescimento este superior ao verificado no Nordeste (100,4%) e no Brasil (99,9%).
Os gastos totais com pessoal empregado tiveram variação nominal de 11,2%, entre 2012 e 2013, saindo de passou de R$ 663,1 milhões, para R$ 737,6 milhões, ficando maior que o do Nordeste (9,2%) e no mesmo patamar do ocorrido no Brasil (11,6%). Na comparação com 2007, a variação nominal dos gastos totais com pessoal, na Paraíba, ficou em 452,0%, superior à verificada no Nordeste (295,6%) e Brasil (249,1%).
Segundo o IBGE, o Nordeste obteve uma taxa de crescimento nominal no valor das incorporações, obras e/ou serviços da construção, entre as empresas com pelo menos 5 ocupados. O indicador teve uma elevação de 7,4% – maior que o do Brasil (4,5%). A Paraíba apresentou um crescimento, em relação a 2012, de 3,0% no valor das incorporações, obras e/ou serviços da construção. Apesar de ter obtido o menor crescimento neste período, foi verificado que a Paraíba obteve uma elevação no valor das obras na ordem de 323,7%, na comparação entre 2007 e 2013, tendo variação superior à verificada para o Brasil e o Nordeste (174,0% e 236,1%, respectivamente).