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João Pessoa ganha ‘Centro Cultural Jackson do Pandeiro’

O Centro Cultural Jackson do Pandeiro foi inaugurado na manhã desta segunda-feira (18) no bairro do Cristo, Zona Oeste de João Pessoa. O espaço é dotado de um ginásio poliesportivo, sala multimídia para atividades educacionais, biblioteca, uma praça e um Centro de Referência de Assistência Social (CRAS). 

Além de ser um espaço permanente para o conhecimento, apresentações artísticas, culturais, promoção da vida saudável, esporte, lazer e assistência social, o Centro Cultural conta com playground, Academia da Terceira Idade (ATI), mesas de jogos,  áreas de convivência e caminhada, uma pista de skate e o ginásio, onde serão oferecidas escolinhas de vôlei e futsal.

No bloco que compreende a biblioteca e salas multimídia, recepção e cine-teatro, poderá oferecer oficinas, cursos, atividades de musicalização para crianças, jovens e adultos, e diversas outras atividades educativas e culturais.

Comentários

  • Marcelo Elias disse:

    A Paraiba tá começando a reconhecer seus artistas famosos. É o caso aqui da inauguração do Centro Cultural Jackson do Pandeiro, localizado no bairro Cristo Redentor, contendo ginásio multi-esportivo, sala multimídia, biblioteca, praça, academia da 3a. idade, cine-teatro, paredes, fachadas e muretas multi-coloridas
    O homenageado – Jackson do
    Pandeiro (née José Gomes Filho), nascido, em l919, em Alagoa Grande, onde fazia biscates para sobreviver. Artísticamente, amadureceu em João Pessoa (Rádio Tabajara e Orquestra Tabajara) e Campina Grande. Daí foi um pulo para brilhar no Recife (Rádio Jornal do Comércio, em especial no programa de variedades da época do festejado F.Castelão). Nesse meio radiofônico, conheceu Almira Castilho, companheira artística e esposa, formando dupla famosa no mundo do rádio de então. Algum tempo depois, conquistou a consagração nacional na Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Gravou mais de 300 músicas, muitas delas sucessos retumbantes, inspiradoras de outros cantores dessa época, destacando-se: Chiclete com Banana, Um a Um, Sebastiana, Forró em Limoeiro, Canto da Ema (fundo musical do filme Vidas Secas), Cabo Tenório e muitas outras. A partir daí foi cognominado o Rei do Ritmo, por causa das melodias digamos sincopadas e balanceadas de suas músicas. Alguns críticos musicais consideram, por conta disso, JACKSON do Pandeiro e o grande João Gilberto como os dois maiores influenciadores da MPB. E o swing de suas músicas ele aprendeu com sua Mãe, grande cantadora de coco de embolada.
    Por falar nessa sua inspiração nas emboladas dos repentistas nordestinas, vem de pronto à mente a saga desses trovadores modernos que, aos trancos e barrancos, se consagram no RJ, BSB, BH, principalmente SP, Cur e Floripa, isto sem apoio algum dos órgãos culturais dos estados do Nordeste, apesar de realizarem importantíssimo trabalho de afirmação, defesa e divulgação de um dos traços mais marcantes da cultura do Nordeste, o Repente, a Embolada. Para comprovar tal importância basta destacar que Google, Youtube, Yahoo, Facebook reservam-lhes espaços destacados para suas gravações, proporcionando-lhes seus sustentos via vendagem de seus CDs e DVDs, pois as contribuições populares são anódinas, ao lado dos destaques de terem seus desafios vertidos para o Inglês. Como todos nós nordestinos sabemos, boa parte de nosso folclore tem origem européia, porém amalgamado de tal sorte pelo nosso povão que, sem sombra de dúvida, foram repaginados pelo talento nordestino transmutando-os em produções absolutamente autoctonas, a tal ponto que artistas da Ocitânia francesa, onde cultivam algo parecido com a nossa embolada, alguns deles até mantendo intercâmbio cultural com o Nordeste. Por tudo isso, já é tempo de as Secretarias de Cultura nordestinas de apoiarem o trabalho dos nossos Repentistas no SulSudeste, onde fazem um robusto programa de defesa e divulgação gratuita da fabulosa cultura do Nordeste (quando o Mec, no passado, publicava seus Cadernos de Cultura do Brasil, o Nordeste dava um banho, ostentando quase trezentas manifestações culturais, seguido bem lá atrás por MG.
    Sobre os repenTistas nordestinos radicados em SP, defendemos em avaliações que fiz para o TripAdvisor (sou sem maior avaliador em Brasilia, a caminho de 4000 avaliações, a maioria sobre Jampa, com DOIS MILHÕES DE LEITORES!) que as nossas SECs convidassem alguns desses Emboladores, nas Altas Temporadas turísticas, para se apresentarem nas nossas orlas turísticas, isto em locais apropriados (arenas charmosas cfe previsto em nosso projeto Monumentalização da Orla pessoense. MARCELO ELIAS, paraibano PRINCESENSE, radicado em Brasilia. Autor do livro BRASIL-NORDESTE, à venda na AMAZON:CONVOCATÓRIA AOS 9 POVOS DO NORDESTE PARA A GUERRA JURÍDICO-EDUCACIONAL CONTRA OS BASTARDOS PRECONCEITUOSOS ANTI-NORDESTINOS

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