João Pessoa pode adotar projeto de porto digital e gerar emprego e renda

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O Porto Digital de Recife, que funciona no Bairro de Recife antigo, na área do Centro Histórico revitalizado, possui 264 empresas em pleno funcionamento e que geram 8.500 empregos. Grande parte dos empreendimentos está instalado em imóveis antigos recuperados pelo próprio Porto e alugados aos empreendedores. A Paraíba poderá optar por este modelo para revitalizar o Centro Histórico de João Pessoa e para o desenvolvimento dos pequenos negócios competitivos nos municípios paraibanos.

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O Porto Digital foi alvo de visita técnica dos alunos do curso de Formação de Empreendedores em Visão Territorial Sustentável do Sebrae Paraíba que, no oitavo módulo, abordou o tema “Novas Tecnologias da Informação e Comunicação na Competitividade Empresarial da Região”. A visita foi coordenada pela gestora de Turismo, Regina Medeiros Amorim. Na avaliação que fez da atividade, a gestora disse que “foi importante conhecer os principais programas e projetos do Porto Digital de Recife, uma política pública que inseriu o estado de Pernambuco entre os 10 ambientes de inovação do mundo. Foi bom saber que existe a possibilidade de firmar parcerias e fazer benchmarking das melhores práticas do Porto Digital, para o desenvolvimento de negócios competitivos para os territórios e os pequenos negócios da Paraíba”.

O Porto Digital é, portanto, segundo Regina Amorim, “um exemplo de como o Centro Histórico de João Pessoa poderia ser ocupado: com empreendedorismo, tecnologia, economia criativa e sustentabilidade, fortalecendo a governança local e priorizando uma gestão inovadora”.

Origem na UFPE

O diretor do Parque Tecnológico, Manoel Leonardo Guimarães, informou que o Porto Digital teve origem no ano de 1980 dentro da Universidade Federal de Pernambuco, cujo o objetivo era de servir de articulador entre as áreas centrais de Recife, visando seu desenvolvimento. “Tudo a partir do entendimento de que era necessário fazer alguma coisa para fixar a mão de obra formada nas universidades aqui em Pernambuco, evitando que migrasse para outros centros mais desenvolvidos”, destacou Leonardo.

Manoel Guimarães afirmou que o projeto vem dando certo, pois houve uma evolução muito grande, tanto em termos de infraestrutura do Porto – que é uma organização pública com gestão privada -, como do ponto de vista da criação de empresas. “Isto porque chegamos a um estágio em que, a partir dos nossos imóveis locados às empresas, depois de recuperados, temos independência financeira para a gestão e, em termos de empresas”, afirmou.

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