O Centro de Vigilância Ambiental e Zoonoses da Capital (Cvaz), divulgou na terça-feira (20), que as residências de João Pessoa tem apenas 0,6% de risco de desenvolverem a reprodução do mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue e da febre chikungunya. Segundo o Ministério da Saúde, cidades com número menor do que 1% são consideradas localidades de baixo risco de reprodução do mosquito. Contudo, Cvaz pede atenção aos pessoenses.
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Os dados fazem parte do primeiro Levantamento de Índice Rápido de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), em 2015. Os dados vão ser coletados outras três vezes durante o ano para que aja um monitoramento constante do risco de reprodução mosquito.
“O objetivo do levantamento é identificar as áreas de risco para a presença do Aedes aegypti, para que possamos planejar e direcionar as ações de controle. Apesar do risco baixo, o Município está atento. Vamos comemorar realizando mais ações, para que o índice permaneça baixo”, enfatizou o gerente da Cvaz, Nilton Guedes.
Para a realização do estudo, João Pessoa foi dividida em 28 áreas, onde cerca de 12 mil residências foram vistoriadas entre os dias 4 e 9 deste mês. As áreas onde se verificaram maiores chances de reprodução do mosquito foram nos bairros de Mumbaba e Indústrias, com 2,1% de risco de reprodução e os bairros de Varjão, Cristo, Alto do Mateus e Jardim Veneza, com 1,5% de risco.
De acordo com Nilton Guedes, os locais onde maiores riscos são verificados devem redobrar a atenção. “Isto significa que os moradores destes bairros precisam redobrar a atenção e os moradores das áreas com índices satisfatórios precisam permanecer atentos. É importante que todos colaborem com os agentes abrindo suas portas e prestando atenção em todos os tipos de criadouros”, orienta Nilton Guedes.
Ainda de acordo com o levantamento, o maior número de criadouros foi encontrado em reservatórios de água para o consumo humano, como caixas d’águas, baldes e panelas, seguidos de descartáveis e pneus.