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Justi?a Eleitoral verifica sistemas de totaliza??o das Elei??es 2014

Assim como ocorreu no primeiro turno das Eleições 2014, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) realizou neste sábado (25) a conferência das assinaturas dos sistemas de gerenciamento e totalização de votos para o segundo turno do pleito. O objetivo é checar se os sistemas instalados nos equipamentos da Justiça Eleitoral são os mesmos assinados na Cerimônia de Assinatura Digital e Lacração dos Sistemas Eleitorais, realizada no dia 4 de setembro.

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O presidente do TSE, ministro Dias Toffoli, que participou da cerimônia, informou que os procedimentos foram executados sem nenhum problema.

O ministro explicou ainda que “logo que se encerra a votação são emitidos os boletins de urna com o resultado, que são entregues aos fiscais dos partidos, que depois podem conferir com os dados da totalização separadamente por seção eleitoral”.

Os técnicos da Secretaria de Tecnologia da Informação do TSE executaram o procedimento, remotamente, em cada um dos 27 Tribunais Regionais Eleitorais do país.

A verificação foi dividida em três etapas. Primeiro foi feita uma apresentação dos softwares envolvidos, assim como o objetivo de cada um no processo de totalização das eleições.

Depois disso, o programa de verificação de assinaturas foi enviado aos equipamentos dos tribunais para validação dos sistemas instalados. São dois sistemas: o Receptor de Arquivos de Urna e Informação de Arquivos de Uma, que têm como propósito principal receber arquivos de dados da urna, verificar a integridade e autenticidade desses arquivos e armazená-los para processamento.

E, por último, o Sistema de Gerenciamento da Totalização, que é utilizado para gerenciar os dados armazenados no servidor de banco de dados e realizar a totalização.

Foi confirmada ainda a autenticidade das assinaturas das entidades que assinaram digitalmente os sistemas eleitorais e nenhum problema foi identificado.

O secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, disse que o procedimento acontece para averiguar se todos os sistemas são do TSE e se estão íntegros. “Sem dúvida é mais uma etapa que possibilita a garantia da integridade e da segurança, pois permite que todo o processo esteja o mais transparente possível”.

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