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Justiça Federal acata pedido de suspensão da vacinação de profissionais da educação em João Pessoa

Ação pedia à PMJP que comprovasse cumprimento de metas de vacinação dos grupos prioritários antes de iniciar imunização
Campanha de vacinação começou em 19 de janeiro (Foto: Niaranjan do Ó/Secom-JP)

A Justiça Federal acatou o pedido do Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público da Paraíba (MPPB) para suspender a vacinação de professores e trabalhadores da educação de João Pessoa. A decisão foi tomada no final da tarde desta sexta-feira (14). A informação foi confirmada pela assessoria de comunicação do MPF na Paraíba.

Os ministérios públicos federal e estadual ingressaram com uma ação nessa quinta-feira (13) determinando ao Município de João Pessoa a comprovação, no prazo de 72 horas, de alcance das metas de vacinação dos grupos prioritários indicados no PNI e cujo atendimento foi estabelecido pelo Ministério da Saúde até o presente momento, bem como o saldo de vacinas ainda disponíveis para aplicação de primeiras e segundas doses nos respectivos estoques, liberando eventual excesso para destinação igualitária em nível estadual, com intermediação da Secretaria de Estado da Saúde (SES) da Paraíba.

MPF e MPPB pediram também que a Prefeitura de João Pessoa seja multada em mínimo de R$ 100 mil por dia em caso de descumprimento da liminar. O prefeito Cícero Lucena e o secretário municipal de Saúde, Fábio Rocha, seriam multados em R$ 5 mil por dia, de acordo com o requerimento dos Ministérios Públicos.

Até o fechamento desta reportagem, a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) não havia se manifestado sobre a decisão.

Comentários

  • Micheline Lins disse:

    Bom dia ! É lamentável o valor que é dado ao profissional da educação. Lembrando que somos pessoas e que acima de tudo o nosso objetivo é favorecer uma educação de qualidade, contribuindo na formação de pessoas pensante e que tenham um senso critico e ético de discernir o que é essencial é necessário na vida de um indivíduo.

  • Aderbal Barbosa da Silva disse:

    O mais absurdo é impedir que os profissionais da educação tomem a vacina e liberar a vacinação para os coitadinhos que estão presos.

  • Aderbal Barbosa da Silva disse:

    O mais absurdo é impedir que os profissionais da educação tomem a vacina e liberar a vacinação para os coitadinhos que estão presos.kkkkkkk

  • certo como o sol disse:

    já não basta os patrões exploradores de Joao João pessoa exigirem dos trabalhadores trabalharetrabalharem virado sem nenhum pingo de compaixão muitas vezes em condições absurdas para enriquecer eles próprios se aproveitando claramente dessa pandemia ainda vem essa injustica e deixam de lado os profissionais da educação.

  • AntiBozo disse:

    Essa juíza com certeza está em home office, ganhando seu excelente salário…
    Enquanto os professores que se lasquem…
    Não sei nem de que chingar está estrupicio….

  • Seu Nome disse:

    Vergonha geral.
    A cidade com os ônibus coletivos lotados, a galera trabalhando a mil, com exigência dos patrões. A única medida justa da prefeitura, esses fi di rapadura vem atrapalhar. Vergonha.

  • Dilma Dilene disse:

    Vacina sim!
    Escola aberta só com 2 doses de vacinas.

  • PoiZé disse:

    Querem voltar às aulas com os profissional de educação sem vacina. Vai dar “serto”.

  • Felipe disse:

    Vergonha!

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