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Laudo descarta agress?o dentro do pres?dio PB1, como havia denunciado deputado federal

O laudo traumatológico feito pelo Instituto de Polícia Científica (IPC) da Gerência Operacional de Medicina e Odontologia Legal (Gemol) da Paraíba constatou que um apenado do Complexo Penitenciário Romeu Gonçalves de Abrantes, conhecido como PB1, em João Pessoa, não apresentava nenhuma lesão durante a realização do exame. O resultado foi divulgado nesta quinta-feira (8).

O preso foi um dos que estavam na lista da denúncia feita pelo deputado federal Luiz Couto (PT), na tribuna da Câmara Federal, em Brasília, no final de abril deste ano. Segundo Couto, os apenados vinham sendo espancados, submetidos a sessões e torturas e violentado sexual com a introdução de um cabo de vassoura no ânus, dentro da unidade.

O exame foi realizado por determinação judicial. O perito do IPC constatou que no corpo do detento não existiam sinais de espancamento provocados por agressões.

De acordo com denúncias feitas pelo Conselho Estadual dos Direitos Humanos da Paraíba (CEDH/PB), seis apenados do PB1 estariam sofrendo supostas torturas na unidade prisional. O relatório do Conselho ainda apontou – com base em depoimentos dos presos – que os agentes e o diretor da unidade seriam os responsáveis pelas agressões.

Ao Portal Correio, o secretário de Administração Penitenciária do Estado, Wallber Virgolino, disse que após a denúncia feita pelo deputado, abriu sindicância para apurar as supostas agressões, mas que o resultado do laudo comprova que os presos estão sendo tratados com dignidade.

“Estamos apurando todas as denúncias que chegam na secretária. Porém, em muitas vezes, há um exagero dos fatos. Todos os presos do sistema penitenciário paraibano são tratados com dignidades. A prova são os projetos de ressocialização que implantamos e está dando certo”, comentou Virgolino.

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