Cerca de 110 bolsistas do Programa Ciência sem Fronteiras terão que retornar ao Brasil. A determinação é do Ministério da Educação, que reconheceu baixo domínio da língua inglesa por parte dos estudantes brasileiros residentes em países estrangeiros. Os alunos estão locados no Canadá e Austrália e as bolsas foram ofertadas por meio da Coordenação de Aperfeiçoamento Pessoal de Ensino Superior (Capes).
O reconhecimento foi feito após aplicação de prova. Segundo os estudantes, o exame teve data antecipada, interferindo, assim, o desempenho. Os 110 bolsistas estão há sete meses aperfeiçoando a língua no Canadá e na Austrália.
Cada aluno recebeu US$ 12 mil para os gastos acadêmicos, passagens aéreas e seguro-saúde. Com o retorno dos estudantes, o dinheiro não deverá retornar ao país em forma de capacitação profissional e/ou acadêmica.