Mesmo após fim da greve, ainda falta gás de cozinha na Paraíba

Segundo a ANP, o caso da Paraíba ainda é avaliado por uma equipe responsável

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Mais de dez dias após o fim da greve dos caminhoneiros, a Paraíba segue enfrentando problemas com gás de cozinha porque a venda dos botijões ainda não foi normalizada. O sindicato dos revendedores explica que a cota estabelecida para o estado foi reduzida de 60% para 40%. “A procura triplicou”, diz o sindicato, justificando que a alta procura está provocando correria para estocar o produto e agravando o desabastecimento a revendedores. Assista a mais informações acima.

A Agência Nacional do Petróleo disse na manhã desta quarta (13) que, durante a crise ocasionada pela greve dos caminhoneiros, a oferta de gás de cozinha em todo o país ficou reprimida. “Atualmente, a Petrobras está ofertando aos distribuidores uma maior quantidade de produto para que a situação se normalize o mais rápido possível”, explicou.

Segundo a ANP, devido à complexidade da cadeia logística do produto, acaba ocorrendo uma demora na regularização. “A expectativa é que nos próximos dias não ocorram mais eventos como esse. A ANP está monitorando constantemente o abastecimento nacional de gás de cozinha”, disse, em nota ao Portal Correio

Mesmo com relatos de que falta gás de cozinha e com a afirmação do presidente sobre a escassez, a Petrobras disse que as vendas do produto encontram-se “acima do compromissado com as distribuidoras para o mês de junho” e que as “entregas estão normais nos diversos pontos de fornecimento do país”. Segundo a estatal, os estoques da Petrobras desse produto a nível nacional são equivalentes aproximadamente nove dias de consumo do país.

  • Matéria atualizada às 11h16 de 13/06/2018 para incluir a resposta da ANP.
  • Matéria atualizada às 14h07 de 13/06/2018 para incluir posição da Petrobras.

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