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Morre o ex-senador Ivandro Cunha Lima, aos 92 anos, em Campina Grande

Ex-senador havia perdido um filho em abril deste ano, o empresário Ivandro Cunha Lima Filho, vítima de complicações da Covid-19
Ivandro Cunha Lima
Ivandro Cunha Lima ao lado do neto, Bruno Cunha Lima (Foto: Reprodução/Blog Sony Lacerda)

Morreu neste sábado (28) o ex-senador Ivandro Cunha Lima, em Campina Grande. Ele tinha 92 anos. O político campinense faleceu em casa, no Centro da cidade, por falência múltipla dos órgaos. As informações são do Blog Sony Lacerda.

Ele fez aniversário na última quinta-feira (26) e era avô do prefeito de Campina Grande Bruno Cunha Lima (PSD), que tinha o ex-senador como maior referência política e de homem público.

O ex-senador havia perdido um filho em abril deste ano, o empresário Ivandro Cunha Lima Filho, vítima de complicações da Covid-19.

“A tristeza compartilhada por nossa família se soma às centenas de manifestações de solidariedade das famílias de Campina Grande, de Guarabira, sua terra natal, e de toda a Paraíba que têm expressado o pesar e a dor pela partida de um homem que se eterniza pelo que foi, que se imortaliza como um cristão que honrou a fé em Deus, que o recebe na Glória”, disse a família, em nota à imprensa.

Ivandro Moura Cunha Lima é natural de Guarabira (PB). O irmão dele, Ronaldo Cunha Lima, foi governador da Paraíba de 1991 a 1994, senador de 1995 a 2003 e deputado federal entre 2003 e 2008.

Ivandro era advogado, tabelião e agropecuarista, com formação acdêmica em Direito pela Faculdade de Direito do Recife em 1955.

Ele decidiu entrar na política em 1966 após a extinção dos partidos políticos pelo Ato Institucional nº 2 (27/10/1965) e a instauração do bipartidarismo no Brasil. Filiou-se ao Movimento Democrático Brasileiro (MDB), partido de oposição ao regime militar.

Em 1973 foi eleito presidente do diretório municipal do partido em Campina Grande (PB). Em novembro de 1974 tornou-se suplente do senador Rui Carneiro. Com a morte do titular, assumiu o mandato em agosto de 1977.

Também foi membro das comissões de Constituição e Justiça, de Finanças, de Educação e Cultura, de Legislação Social e de Agricultura. No ano seguinte, integrou a delegação brasileira à Assembléia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) como representante do Congresso Nacional.

No início de novo período legislativo em fevereiro de 1979, tornou-se membro titular das comissões de Justiça e de Segurança Nacional e foi eleito presidente da Comissão de Finanças do Senado e da Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional.

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