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N?mero de casos suspeitos de microcefalia na PB sobe cerca de 15% em sete dias

A Paraíba tem 371 casos suspeitos de microcefalia, em 64 cidades, sendo 19 confirmados, 30 descartados e os demais (322) em investigação. Os dados foram divulgados nesta terça-feira (15) pela Secretaria de Saúde da Paraíba (SES). Entre eles, está o caso de um recém-nascido que evoluiu para óbito. O último boletim divulgado pela SES, em 8 de dezembro, tinha o registro de 316 casos suspeitos. Em apenas uma semana, houve aumento de 55 casos, o que representa alta de quase 15% nos números.

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De acordo a Saúde, a Região Metropolitana de João Pessoa contabiliza 70% do número de casos suspeitos. João Pessoa se mantém como o município com maior número, num total de 184 casos, sendo também o município que mais revisou prontuários, realizando busca ativa retrospectiva nos atendimentos das maternidades públicas. O Conde segue com 14 casos, Alhandra com 12, Bayeux com 11 e Pedras de Fogo contabilizou 10 casos. Já o município de Pitimbu está com nove casos suspeitos, Caaporã também com nove casos, Cabedelo, por sua vez, sete casos, Santa Rita seis casos, Rio Tinto quatro casos e Lucena um caso.

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Segundo o Estado, dois casos foram confirmados em gestantes residentes no município de Juazeirinho, cujos fetos apresentaram microcefalia e diagnósticos laboratoriais conclusivos para vírus Zika pelo método de Reação da Transcriptase Reversa, seguida de reação em cadeia da polimerase (RT-PCR) em amostra de líquido amniótico. Quanto aos quatro óbitos infantis ocorridos e relacionados à infecção pelo vírus Zika, as mães são residentes dos municípios de Piancó (1), Monteiro (1) e João Pessoa (2). Segundo o tipo de detecção, 89% (330/371) das notificações foram de recém-nascidos e as demais de gestantes (41/371).

O Ministério da Saúde confirmou no dia 28 de novembro a relação entre o Zika vírus e o surto de microcefalia na região Nordeste. O Instituto Evandro Chagas, órgão do MS em Belém (PA), encaminhou o resultado de exames realizados em um bebê, nascido no Ceará, com microcefalia e outras malformações congênitas. Em amostras de sangue e tecidos foi identificada a presença do Zika vírus.

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