Pela rádio-peão, os comentários eram de que alguns parlamentares já
teriam excluído aplicativos de conversas online, especialmente o
Whatsapp, do qual o peemedebista era assíduo digitador. E quando eu falo
de parlamentares, leiam-se da oposição, da turma que fica “lá e lô”, e
até da situação.
Mas, não adianta deletar, porque a PF tem tecnologia para rastrear até
os ‘emoticons’ (aquelas carinhas bonitinhas que costumamos fazer uso nas
conversas).
Eu acredito que de todos os itens pensáveis e mirados em apreensões,
Cunha talvez não tenha pensando no aparelho de telefonia móvel. Sim,
porque papel, não deve ter ficado um inteiro, e arquivos de computador,
então, não devem ter sobrado (se bem que esses últimos também podem ser
recuperados).
E esse celular deve ter algo a acrescentar às investigações porque em
toda a operação Lava Jato, nunca um aparelho foi tão mancheteado quanto
esse, não sei se por conta do dono ou pelo chip e seu conteúdo.
Precisou apelar
O deputado José Araújo taxou de fato deplorável, “e que nada engradece a
este Conselho [de Ética], o bate-boca e troca de tapas da última
reunião. “Espero que no dia de hoje possamos ter uma reunião tranquila”.
Disse ter sido abordado por muitos eleitores dizendo estar de olho nos
deputados. E estão mesmo. O apelo até que funcionou.
Supersincero
“Vossa Excelência, se tiver pedido de vista, nós vamos ter de votar na
sexta-feira. Quem quer vir na sexta-feira aqui?”. De um deputado na
reunião do Conselho de Ética, ontem pela manhã.
Apoio
A presidente Dilma Rousseff recebeu carta de apoio assinada por
prefeitos de 14 capitais, entre eles Luciano Cartaxo, agora no PSD,
partido aliado da petista.
‘sucursal’
O deputado Bruno Cunha Lima não poupou críticas a Casa onde tem uma
cadeira. Disse que a Assembleia se transformou em uma “sucursal do
Governo”. Nem a própria casa anda escapando.
Pesar
Maria José Cavalcanti, mãe do presidente da Fundação Casa de José
Américo e da APLPB, professor Damião Ramos, faleceu ontem. Nossas
condolências à família.
Pegou ar
“Essa Casa [Assembleia Legislativa] tem o papel de fiscalizar o Tribunal
de Contas do Estado e nunca fez. E nunca fez”. As palavras, em tom de
indignação, foram do presidente Adriano Galdino, após nova discussão
sobre a criação ou não do Tribunal de Contas dos Municípios. Muito moído
para pouco projeto.
Recado dado
Recado de Galdino: “Não me obrigue a cumprir nosso papel. Se o Tribunal
de Contas continuar interferindo na discussão, eu, pessoalmente, vou
comandar uma fiscalização lá [no TCE]”.
Mistério
E ainda fez mistério: “Essa semana nós teremos uma grande surpresa na
Assembleia… com LOA”. Pelo recado acima, talvez, quem sabe, certo
Poder, tenha orçamento reduzido.
Capacitação
A Vara de Execuções de Penas Alternativas da Capital realizou mais uma
capacitação, a última do ano, com 35 reeducandos, que prestam serviços
em diversas instituições.
Motivação
O encontro aconteceu no 1º andar do Fórum Criminal de João Pessoa e foi
conduzido pelo juiz José Geraldo Pontes e pela psicóloga Andréa Diniz.