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O futuro

Nem Renato Gadelha, nem Daniella Ribeiro, muito menos Bruno Cunha Lima. Estou falando na liderança da bancada de oposição na Assembleia Legislativa da Paraíba, que iniciou os trabalhos com o rumo um pouco incerto.

O primeiro nome já é o líder, mas parece querer passar o bastão. O ‘cargo’, por assim dizer, é desgastante, e em ano eleitoral, vixe, quem vai querer ir de encontro aos eleitores que torcem pela outra banda: a governista. É a política, meus caros leitores.

Os outros dois nomes parecem se esquivar quando questionados se aceitam a vaga que seria deixada por Renato. Daniella porque é o nome do PP para uma pretensa chapa a Prefeitura de Campina Grande, como bem disse o deputado federal Aguinaldo Ribeiro. E, Bruno, ainda não falou nada. Mas, sendo Cunha Lima, não deverá fugir, caso caia nas mãos dele mesmo.

Quem corre por fora e que até agora não foi sequer ‘perturbado’ é o deputado Dinaldinho Wanderley, que tem sido “um calo” nos pés do governador Ricardo Coutinho. Vira e mexe, cutuca feridas quase cicatrizadas. Poderia ser o nome até de consenso de uma bancada tida como imbatível, mas que já dá sinais de enfraquecimento.

O nome disso: “independência”. Foi o que alegou o deputado petista Frei Anastácio, ontem, em sessão. Não existe essa coisa de independência na política. Sempre há uma ligação seja em ruas principais ou paralelas, fazendo uma comparação besta.

Disputa individual

Teve deputado que propôs, durante o retorno da ALPB, que a tribuna não seja palco da disputa municipal “de cada um”. Estou vivenciando o jornalismo político desde 2002, e sempre que se chega ano eleitoral, o discurso é o mesmo. E o que acontece…. Nada, absolutamente, nada. A tribuna se transforma em palanque. O velho jeitinho…

Independência…

“Vou permanecer independente nesta Casa, respeitando a oposição”. A decisão do deputado Frei Anastácio, que disse ter conversado com o líder Renato Gadelha, pegou alguns de surpresa.

…ou governo

“Vou continuar nesta Casa defendendo o povo. Mas, não vou ter medo quando tiver que falar do Governo do Estado”, garantiu o frei. Ah! Essas independências…

Da boca para fora

Apesar do discurso de se evitar a disputa municipal de “cada um”, não foi o que se viu entre os deputados Jeová Campos e José Aldemir. Os dois são adversários na campanha eleitoral em Cajazeiras.

Verbo declinar

Foi uma verdadeira conjugação do verbo ‘Declinar’. “Eu declino, tu declinas, todos declinam”. Pior, é ter que ouvir essa conjugação toda e proposta que é bom, nada.

Desigualdade do fundo

O deputado Tião Gomes reclamou da desigualdade na distribuição do Fundo Partidário, a partir de um projeto relatado pelo senador paraibano Raimundo Lira. “Os pequenos partidos trabalham e são humilhados. É preciso respeitar. Se tem que mudar, mude, mas para quem está roubando”, disse, se referindo aos “grandes”.

Artilharia

Tião disse que a ALPB tem 13 deputados eleitos por partidos pequenos. Por isso, a artilharia pesada contra Raimundo Lira, que é apenas o relator e que ainda não divulgou o parecer. Precipitou-se?

Estamos de olho

O presidente Adriano Galdino disse que a meta do Poder Legislativo, para este ano, é superar a produção de 2015, mesmo com as modificações no horário de expediente.

Planejamento

Presidente da AnoregPB, Germano Toscano está em Brasília participando das primeiras reuniões dministrativas para 2016, do Instituto de Registro de Títulos e Documentos do Brasil e da AnoregBR.

Em pauta

O desembargador Marcos Cavalcanti representantes da OAB de Cajazeiras, São João do Rio do Peixe e Bonito de Santa Fé. Na pauta, contratação de juízes.

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