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Oficina debate políticas voltadas à mulher na sociedade

A Câmara Municipal de Campina Grande promoveu durante esta sexta-feira (31) a Oficina Interlegis Senado Mulheres nas Casas Legislativas, para discutir questões ligadas à saúde, questão profissional e políticas públicas voltadas para as mulheres brasileiras.

O evento é realizado pelo Comitê Permanente pela Igualdade de Gênero e Raça, Diretoria Geral do Instituto Legislativo Brasileiro (ILB), da Procuradoria Especial da Mulher (ProMul), do Observatório da Mulher contra a Violência (OMV) e do Programa Pró-Equidade do Senado Federal.

Além de debates sobre os temas acerca do convívio da mulher na sociedade atual, as oficinas realizadas visam promulgar nos estados e no Distrito Federal, o diálogo sobre igualdade de gênero e raça e empoderamento das mulheres nos ambientes de trabalho, educação e doméstico.

A presidente da Câmara de Campina Grande, Ivonete Ludgério, disse em entrevista CORREIO que “Campina Grande é pioneira em muita coisa, inclusive na igualdade feminina, que é o que nós buscamos, essa questão de gênero é muito importante.”

Ela ainda destacou que há previsão de mais cursos até o fim deste ano.  “A Interlegis vai nos proporcionar, são cursos gratuitos que a câmara não tem nenhum custo apenas abre as porta e a cidade também recebe mulheres e homens de outras cidades que gostam de participar”, disse.

Sobre o fato de dados estatísticos apontarem grande diferença de números entre mulheres e homens na politica brasileira, Ivonete opinou. “É uma questão cultural principalmente, depois é uma questão que eu acho que os partidos políticos não valorizam nem estimulam as mulheres a se candidatar, e terceiro eu acho que é o medo que as mulheres sentem, não é uma tarefa fácil de você dividir sua vida com a população, você passa a ser uma pessoa pública e muitas mulheres tem medo desse desafio.”

A presidente também enfatizou que considera a violência o maior problema que a mulher enfrenta atualmente. “Na saúde nós temos vários programas do governo estadual e federal que nos ajudam nessa questão”.

Da mesma forma ela destacou o que acredita ser o problema diante deste cenário de políticas públicas voltadas para a violência de maneira geral. “Faltam leis mais duras e a vontade também dos nossos legisladores de colocar em prática leis que já existem, mas não funcionam”, finalizou.

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