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Oposição quer MPPB investigando “esquema de corrupção” denunciado por vereador do PSB

Sete deputados estaduais da bancada de oposição deram entrada, na tarde desta quinta-feira (13), em uma representação junto ao Ministério Público Estadual onde pedem que sejam investigadas as denúncias do vereador pessoense, Renato Martins (PSB), de que secretários estaduais teriam usado a máquina administrativa para eleger novos vereadores do seu partido. As declarações de Renato vazaram em grupos de WhatsZapp e citam a secretária das Finanças, Livânia Farias, o procurador geral do Estado, Gilberto Carneiro, e até a deputada estadual Estela Bezerra (PSB).


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Este ano, foram eleitos os vereadores Tibério Limeira, Léo Bezerra, Sandra Marrocos e Tanilson Soares. Apenas Marrocos não é citada nas falas de Renato Martins. Tibério, Léo, Estela Bezerra e Livânia Farias vieram a público afirmar que irão processar o correligionário.

O governador Ricardo Coutinho, que não é citado nas declarações, classificou como “desespero de derrotado” as denúncias do vereador. O presidente do PSB de João Pessoa, Ronaldo Barbosa, emitiu nota oficial condenando a postura de Renato e avisando que também estaria lhe processando.

Nesta quinta, o deputado estadual Tovar Correia Lima (PSDB) anunciou que a bancada de oposição vai cobrar do MPPB a apuração dos fatos. “Na verdade, diante das denúncias que foram públicas e tomaram conta do noticiário na semana passada, o Ministério Público poderia agir por conta própria. Mas decidimos ingressar com essa representação”, disse.

A representação que será entregue ao procurador geral de Justiça do Estado, Bertrand Asfora, é assinada pelos deputados estaduais Tovar Correia Lima (PSDB), Bruno Cunha Lima (PSDB), João Henrique (DEM), Janduhy Carneiro (PTN), Dinaldinho Wanderley (PSDB0, Camila Toscano (PSDB) e Renato Gadelha (PSL). “É preciso que o Ministério Público apure todas as denúncias, que foram feitas por um vereador do próprio PSB,  para que ele prove o que disse. Se ele não sustentar as denúncias, tem mais é que ir embora pro Ceará mesmo e ficar fazendo política por lá”, disse Tovar Correia Lima. 

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