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Para?ba recebe certificado de zona livre de aftosa

A Paraíba ingressou no rol dos Estados Brasileiros que compunham a zona livre de aftosa. Anteriormente a este reconhecimento, o estado era considerado como zona de risco e isto prejudicava sobremaneira a qualificação dos produtos de origem animal produzidos no nosso estados.

Para alcançar esta certificação a Paraíba a partir de 2011 estabeleceu como meta o cumprimento dos planos de ação estabelecidos pelo Mapa: primeiro: atualizou e reorganizou o seu cadastro. A base de dados do cadastro da defesa agropecuária era de 2007, ou seja, encontra-se totalmente desatualizado, e para isto, com o apoio da Emater, sério a campo em busca de criadores, propriedade e rebanho, no intuito de atualizar os seus dados. A partir daí, as campanhas de vacinação passaram a ser realizadas a base de um cadastro absolutamente real e verdadeiro.

Segundo: os índices vacinais desde a atualização do cadastro ainda em 2011, foram sempre em escala ascendente até culminar em 2013 com o atingimento da meta fixada pelo Mapa.

Terceiro: com o cadastro atualizado ficou muito mais fácil detectar os produtores inadimplentes e buscá-lo para realizar vacinações assistidas, compulsórias e aplica-lhe sanções em decorrência das suas inadimplencias. Ou seja, além de avançarmos nos índices vacinais, aumentou-se, substancialmente, a busca por inadimplentes, a lavratura de autos de infração e multa por inadimolem te.

Quarto: com o cadastro atualizado cresceu vertiginosamente a emissão de GTAs. Estas guias de trânsito animal que anteriormente, eram emitidas de forma manual e desordenada passaram a ser emitidas pela via da informática, o que aumentou em muito a eficiência do controle de trânsito de animais.

Quinto: aquisição de um programa de computador (SIAPEC) que contempla todas as ações mais importantes de controle e monitoramento do rebanho no Estado da Paraiba interligado com o Mapa o que permite a emissão de diversos relatórios instataneamente.

Sexto: nomeação de pessoal de nível médio e superior a partir de um treinamento que compôs uma das etapas do concurso, treinando-os para lidar com o novo sistema e com o programa, de forma a repassar par os órgãos de auditagem interna e externa no mais curto espaço de tempo o andamento e controle de ações ordinárias e extraordinárias.

Sétimo: com um cadastro atualizado e constantemente alimentado com as movimentações ocorridas ficou muito mais fácil identificar e localizar eventuais focos de doenças, vírus e /ou qualquer suspeita que recaísse sobre o rebanho paraibanos, de forma que ao longo destes 03 anos diversas suspeitas foram identificadas, acompanhadas por técnicos da defesa e do mapa, e logo realizadas as devidas análises e diagnosticados os problemas.

Oitava: renovou-se nestes 03 anos a frota de veículos com a aquisição de camionetas e veículos de passeio de maneira a proporcionar aos técnicos melhores condições de trabalho e maior eficiência do serviço sanitário animal.

Estas e outras ações, somadas ao esforço de todos os que fazem a Defesa Agropecuária que fizeram com que alcançaremos este reconhecimento internacional, que denotam a importância de um trabalho sério e comprometido na busca sempre constante de aperfeiçoar a vigilância sanitária do campo paraibano.

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