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Paraíba lidera produção de mangaba no país a partir do extrativismo vegetal

Produção de 759 toneladas em 2020 foi a maior da série histórica, iniciada em 1986, conforme a PEVS do IBGE
Mangaba
Foto: Diego Patrício/Pixabay

A produção paraibana de mangaba, a partir do extrativismo vegetal, foi a maior do país em 2020, segundo a Produção da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS), divulgada nesta quarta-feira (6), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento apresenta informações sobre a exploração de recursos naturais vegetais, bem como de florestas plantadas para fins comerciais. 

Em 2020, foram coletadas 759 toneladas (t) de mangaba no estado, a maior quantidade registrada até então na série histórica e bem acima da verificada em Sergipe (495 t), segundo maior produtor do Brasil. Em comparação com 2019 (735 t), houve aumento de 3,6% no total coletado. 

Os principais responsáveis pelo extrativismo vegetal do fruto, no estado, foram os municípios de: Baía da Traição (310 toneladas); Marcação (210 t); Rio Tinto (175 t); e Conde (60 t). Os três primeiros também foram os maiores produtores no cenário nacional. O valor paraibano de produção de mangaba na extração vegetal foi, em 2020, de R$ 1,29 milhão.

Outros produtos do extrativismo vegetal que se destacaram na Paraíba foram: a castanha de caju, com a terceira maior quantidade produzida do país (520 t), e o umbu, que, com 842 toneladas, ocupava a mesma posição no ranking nacional. Ainda em relação à castanha de caju, o município de Jacaraú foi o quinto maior produtor brasileiro no extrativismo vegetal, com 65 toneladas.

Apesar desses resultados positivos, o valor total da produção na extração vegetal da Paraíba (R$ 19,11 milhões) foi o 8º menor entre todas as unidades da federação brasileiras e o 3º menor entre as do Nordeste. 

Silvicultura

Na silvicultura, que é a exploração de florestas, o valor de produção paraibana foi o 5º menor do Brasil (R$ 6,38 milhões), assim como a área total existente (6,3 mil hectares). Frente a 2019, a maior variação, de 109%, foi constatada na produção de madeira em tora, que passou de 51,3 mil metros cúbicos para 107,3 mil m³.

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