O brasileiro Glover Teixeira é o próximo desafiante ao cinturão dos meio-pesados. Ele sobe ao octógono do UFC no dia 24 de abril, em Baltimore (Estados Unidos), e conta com a ajuda de vários colegas durante os treinos para encarar o campeão Jon Jones. Um dos lutadores empenhados em acompanhar a preparação de Teixeira é o paraibano Antônio Pezão. Em entrevista ao site especializado Lance!Net, Pezão disse que uma das principais armas de Glover para a luta é o foco do mineiro na hora dos treinos.
“Não vou dizer que o Glover vai se esforçar mais. Se ele se esforçar mais, pegar mais pesado ainda, vai entrar em coma. Ele se dedica muito. É sério. Não tem história com ele, negócio de fazer um treino para suar… Ou ele treina forte ou não treina. Se ele não estiver se sentindo bem, nem aparece na academia. Treino com ele é mito duro. Ele tem esse ponto forte. Mesmo longe da luta, o Glover sempre chega para fazer treino duro. Ele sabe o que quer”, contou o paraibano.
Segundo Pezão, o resultado de Glover contra Ryan Bader, em setembro do ano passado, ainda é algo que mexe com o mineiro. Na ocasião, Teixeira nocauteou o americano no primeiro round, mas, antes de finalizar o combate, chegou a ser abalado pelo oponente. Algo que o deixa com raiva até hoje.
“Glover está com raiva, querendo esse cinturão. Ele ficou chateado com a mão do Bader que entrou naquela luta. Até hoje ele fala disso e está com raiva, querendo mostrar que é o melhor. Acho que ele é completo, um atleta para fazer uma boa luta e vencer o Jones. Além da mão pesada, ele tem um wrestling absurdo de bom e um jiu-jistu fantástico”, analisou.