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Peritos e dono de restaurante depõem sobre caso Rodolpho Carlos

Aconteceu nesta terça-feira (15) a audiência de instrução do processo contra Rodolpho Gonçalves Carlos da Silva, acusado de atropelar e matar o agente de trânsito Diogo Nascimento durante uma blitz da Lei Seca. Foram convocados para depor os peritos que analisaram a cena do crime e o réu.

Os peritos fizeram os esclarecimentos por escrito, enquanto Rodolpho Carlos permaneceu calado por toda a audiência. O dono do restaurante onde estava o réu antes do atropelamento também foi ouvido, mas o teor dos depoimentos não foi divulgado pelo 2º Tribunal do Júri, em João Pessoa.

Diogo Nascimento foi atropelado na madrugada do dia 21 de janeiro quando trabalhava em uma operação da Lei Seca no Bessa, em João Pessoa. O acusado de atropelá-lo, Rodolpho Carlos, desobedeceu a ordem de parada e avançou um Porsche sobre o agente. A vítima chegou a ser socorrida para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, mas morreu no dia seguinte.

Rodolpho Carlos chegou a ficar preso no presídio PB-2, que faz parte do Complexo Penitenciário de Segurança Máxima Romeu Gonçalves de Abrantes, em João Pessoa. Atualmente, o réu segue em liberdade após a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB) ter concedido um habeas corpus.

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