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PMJP explica que não é investigada e que colabora com a PF no caso da Lagoa

A Procuradoria e a Controladoria Geral da Prefeitura de João Pessoa divulgaram uma nota, nesta sexta-feira (2), para explicar que a gestão do Município está colaborando com a Polícia Federal nas investigações da Operação Irerês. A PF apura desvios de R$ 6,4 milhões nas obras da Lagoa, na Capital. Comente no fim da matéria. A empresa investigada disse em nota que colaboraram com as autoridades para esclarecer que a obra não tem irregularidades.

Leia também: PF vê irregularidades em obras na Lagoa de JP e apura desvio de R$ 6,4 mi

Na nota, a Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) esclarece que não é alvo da operação e que está acompanhando o caso. “A gestão apura todos os fatos com transparência e rigor, apoiando o trabalho feito pela PF”, diz parte da note.

A prefeitura afirma ainda que acredita na lisura dos processos adotados no Parque da Lagoa, já entregue e utilizado pela população da Capital.


Veja abaixo, na íntegra:


– A Prefeitura não é alvo da Operação realizada hoje, mas vem contribuindo, desde o início das investigações, com o repasse de todos os documentos e informações necessárias.


– A gestão acompanhou, espontaneamente, com o intuito de colaborar com as autoridades, de todas as perícias realizadas pelos órgãos de controle, a exemplo da Polícia Federal (PF) e do Tribunal de Contas do Estado (TCE).


– Em relação à referida investigação, a gestão apura todos os fatos com transparência e rigor, apoiando o trabalho feito pela PF.


– A gestão municipal está confiante no esclarecimento dos fatos e reforça o seu compromisso com a lisura dos processos adotados, ressaltando que o Novo Parque da Lagoa já foi entregue e vem sendo plenamente utilizado pela população.

A empresa investigada informou em nota que foram cumpridos apenas mandados de busca e apreensão, buscando coleta de dados sobre a referida obra. Os empresários informam que há mais de um ano foram ouvidos pelo Ministério Público Federal, juntando documentação que comprova a lisura na execução da obra, bem como responderam por ofício todos os questionamentos que foram feitos pela Polícia Federal.

“A empresa afirma que a perícia que fundamentou o pedido de busca e apreensão se conflita totalmente com relatórios de órgãos federais, a exemplo do Ministério das Cidades e da Caixa Econômica Federal, fiscalizadores do convênio firmado com a Prefeitura Municipal de João Pessoa, que por sua vez também encaminhou relatórios junto aos citados órgãos”, informou, em nota.

A empresa finalizou dizendo que está à disposição das autoridades para prestar quaisquer esclarecimentos.

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