Os corpos das duas irmãs de oito e nove anos mortas em um incêndio na Capital foram liberados na manhã desta quinta-feira (16). O caso ocorreu na noite de 8 de abril, na comunidade Riachinho, no Jardim Treze de Maio. A polícia Civil informou que vai investigar se todas as medidas para salvamento das meninas foram realmente tomadas.
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O gerente de Identificação Civil e Criminal do IPC, Israel Aureliano, disse que o resultado poderia sair somente em 30 dias, mas foi antecipado porque ainda havia tecidos musculares que facilitaram a identificação das crianças. Apesar disso, ele falou que não possível especificar quem é quem.
“O exame é necessário para o Estado se certifique de que as meninas entregues para sepultamento são realmente as vítimas do incêndio”, explicou Aureliano.
As crianças morreram abraçadas em um incêndio que pode ter sido provocado por velas que teriam ficado acessas no quarto onde elas dormiam.
O titular da 1ª Delegacia Seccional de Polícia Civil, delegado Antônio Brayner, informou que o caso está sendo investigado pela Delegacia de Crimes contra a Infância e Juventude da Capital. “Vamos apurar o que deu causa ao incêndio, com base nos laudos solicitados pela autoridade policial, e se todas as medidas possíveis para salvar a vida das meninas foram tomadas na data do fato”, afirmou.
A família informou durante a tarde que o velório ocorreu na escola Ângelo Notare, onde elas estudavam, e o sepultamento foi no cemitério Santa Catarina, no Bairro dos Estados, no fim da tarde.