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Policial militar morto em bar tinha 13 punições disciplinares

O policial militar Davi Cristiano das Neves Pereira, de 34 anos, morto na madrugada desta quinta-feira (14) em um bar no bairro do Geisel, Zona Sul de João Pessoa, tinha 13 punições disciplinares aplicadas pela Corregedoria da Polícia Militar pelos mais diversos motivos, entre eles o uso de armas irregulares. Davi foi morto durante confronto com policiais civis. Um amigo que o acompanhava no estabelecimento ficou ferido.

Davi tinha oito anos de Polícia Militar e os casos de indisciplina o afastaram do cargo. De acordo com o Corregedor-geral, da PM coronel Severino Jerônimo, o último caso envolvendo ele antes da morte ocorreu no dia 25 de janeiro, quando Davi foi flagrado com uma arma irregular em uma festa mesmo não podendo portar arma alguma, já que estava afastado da corporação.

Outros casos de indisciplina dele foram registrados em anos passados. Em 2014 ele foi encontrado dormindo durante um plantão em um presídio. Em 2015 foi flagrado nas prévias carnavalescas de João Pessoa conduzindo uma moto com a placa encoberta, sem capacete, além de novamente portar arma irregular.

O crime

De acordo com o delegado de Homicídios, Hugo Hélder, Davi estava com o colega no bar e suas atitudes começaram a levantar suspeitas dos policiais civis que também estavam no local. Em dado momento, um dos civis foi até a mesa onde Davi estava e se apresentou. Neste instante, o PM esboçou uma reação de apontar a arma que portava ilegalmente, segundo a polícia. Foi quando o segundo civil reagiu e atirou, primeiro em Davi e depois no colega dele, que foi atingido por dois disparos.

De acordo com o último boletim do Hospital de Emergência e Trauma de João Pessoa, a segunda vítima, Cláudio José Oliveira, de 41 anos, permanece internado em estado grave.

*Com informações de Sandra Macedo, da rádio 98 FM/Correio Sat

Comentários

HELENA CORREA disse:

CRENDIOSPAI. MISERICÓRDIA. SE MATANDO ENTRE ELES.

Natanael disse:

Procurou até achar…achou.

David da Penha Assunção disse:

Esboçou apontar arma. Muito estranho isso.
Agora, e o rapaz atingindo por projetil de AF disparado pelo PC, que não há registro de comportamento que possa colocar em risco o agente público, como fica?
Aonde está a OS para que apenas dois PC estivessem no lugar dos fatos e qual missão?
Ai têm algo a mais de erros e procedimentos.

LEANDRO FERREIRA DO NASCIMENTO disse:

Há sim,e por isso então foi justificado a morte dele?.

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