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Prefeitura de Patos afirma que já conseguiu avanços para trazer Centro de Zoonoses

A Prefeitura Municipal de Patos, através da Secretaria de Agricultura, tem cuidado dos animais abandonados do município e apoiado as causas animais, além de fazer a apreensão de animais abandonados de médio e grande porte errantes pelas ruas e terrenos de Patos. Ação que se iniciou após um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) que foi firmado perante o Ministério Público Estadual, através do qual a Prefeitura, em parceria com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), ficou responsável pela destinação desses animais e assumiu a responsabilidade dos animais que se encontram no Abrigo Municipal de Animais, que hoje está localizado na Escola Agrícola.

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De acordo com o vereador Capitão Hugo, um dos grandes apoiadores da causa no município, a situação dos animais que ficam no abrigo melhorou, consideravelmente.

“Quando fomos procurar pra saber a situação dos animais, ela estava caótica. Observamos que, onde hoje é o Abrigo Municipal dos Animais, existia apenas uma funcionária trabalhando de domingo a domingo, como também os animais que estavam lá só tinham uma refeição diária, onde se chegava a ter prática de canibalismo, ou seja, os animais comendo uns aos outros, porque passavam fome”, disse o vereador.

O vereador ainda afirmou que chegou a procurar os apoiadores da Associação Patoense de Proteção aos Animais, que não aceitaram a sua metodologia para solucionar o problema e, logo procurou a gestão atual para pedir apoio a causa, tendo sidoi atendido de imediato.

“Procurei me reunir com os responsáveis [da APPA] para me colocar a disposição e levar os pleitos ao gestor [prefeito Dinaldinho] e ouve alguns descontentamentos por parte da APPA que resolveu tomar o seu rumo, não quis a logística que eu estava querendo oferecer. Então, procurei o prefeito e mostrei a verdadeira situação e, de pronto, sem impor nenhum obstáculo, já providenciou duas refeições diárias”, comentou Capitão Hugo.

Além da alimentação dos animais que foi regularizada, a Prefeitura Municipal também providenciou a contratação de mais uma funcionária pra cuidar do abrigo dos animais e já foi iniciado o processo de licitação para já garantir durante todo este ano a compra de alimentos e medicamentos para os animais que estão no abrigo, durante todo o ano.

“A APPA só recebia apenas dois mil reais para a compra de medicação, alimentos, material de limpeza. E, só pra se ter ideia, hoje, o custo, só com alimentação, chega a quase cinco mil reais. Ou seja, consequentemente, se a APPA recebia 2mil reais pra tudo, hoje, só com a alimentação chega a quase cinco mil. Mais do que duplicou os valores que o município está fazendo esse trabalho”, ressaltou Capitão Hugo.

De acordo com o secretário de Agricultura, João Paulo de Lacerda, essa é uma das prioridades do prefeito Dinaldinho Wanderley nesta gestão. “Conforme o prefeito Dinaldinho nos pediu, a Prefeitura vai continuar dando todo suporte aos animais que se encontram naquele prédio [Escola Agrícola]. Nós assumimos a tutela desses animais, e continuaremos a fornecer a alimentação como já fazíamos juntamente com os voluntários, Capitão Hugo, Rafael (da civil), vereador Ramom e todos os voluntários envolvidos”, comentou o secretário.

O secretário ainda complementou seu discurso acrescentando que a Prefeitura Municipal está lutando por projetos maiores em benefício dos animais e, inclusive, já conseguiu avanços pra trazer o Centro de Zoonoses.

“O nosso projeto é bem maior, nós faremos o Abrigo Municipal funcionar naquele recinto [Escola Agrícola] onde nós receberemos todos os animais de todas as associações protetores de animais. Queria também dizer que nós já colocamos no site do Ministério da Saúde, o cadastro do nosso Centro de Zoonoses o qual já tem local, planta de construção e já estamos aptos a receber os recursos”, explicou o secretário de Agricultura, João Paulo de Lacerda.

Com relação aos subsídios temos a informar que todas as entidades que recebem recursos públicos são obrigadas a prestar contas anuais destes recursos. O que é objeto, inclusive, de fiscalização pelo Ministério Público. As entidades que, por acaso, não estejam recebendo os subsídios este ano, devem estar com suas contas sob análise, sendo a legalidade destas contas condição para a liberação dos recursos.

A Prefeitura não tem nenhuma responsabilidade por despesas não autorizadas pela edilidade, ficando responsáveis por elas as entidades que as contraíram.

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