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Preparador de goleiros compara a Raposa de 2013 com a de 2016

Um dos responsáveis diretos pela boa fase do Campinense, Alexandre Laguzza é o único remanescente entre jogadores e comissão técnica do time que foi campeão da Copa do Nordeste de 2013. Responsável, pois o treinador de goleiros trabalha diretamente com Gledson, um dos grandes nomes da Raposa na competição deste ano, que constantemente vem fechando o gol rubro-negro, recebendo elogios da imprensa regional e até nacional por suas atuações. E Laguzza sabe que também merece os elogios. Acesse o Voz da Torcida.

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Com muito tempo de casa, já que trabalha no Renatão desde 2011, o profissional falou como se sente por estar presente em dois momentos em que o clube de Campina Grande faz história, desbancando grandes times da região e surpreendendo muita gente.

“É um privilégio para um profissional da comissão técnica, em tão pouco espaço de tempo, em três competições que disputamos, chegarmos em duas finais. O clube de lá para cá acredita no meu trabalho, os treinadores que passaram veem minha capacidade como treinador de goleiros. A partir do momento que você tem envolvimento, passa a opinar e contribuir com alguma coisa, é porque você tem condições para isso”, disse Laguzza.

O treinador de goleiros explicou a semelhança entre o time campeão em 2013 e o que pode conquistar o bicampeonato do Nordeste em 2016. Para ele, a fórmula de sucesso é a mesma, inclusive a responsabilidade dos treinadores nas duas campanhas.

“A semelhança entre os grupos de 2013 e o de 2016 é que foram montados com atletas desconhecidos do futebol nordestino, alguns jogadores vindo de fora. Mas é a mesma dedicação, o mesmo empenho. E tanto Oliveira Canindé quanto Francisco Diá são treinadores estrategistas, usam muito o posicionamento tático e técnico dos jogadores”, comparou.

Laguzza fez questão de destacar também as diferenças. Em 2013, era a primeira edição da Copa do Nordeste no formato atual. Na ocasião, as equipes “grandes” participaram no meio da pré-temporada e o torneio também tinha uma premiação financeira menor que atualmente. Hoje, o Nordestão é encarado como prioridade entre os principais times nordestinos e, vez por outra, times de outras regiões demonstram interesse em participar.

“Há uma ressalva. Apesar da semelhança entre os dois times, são momentos diferentes. Hoje o torneio está mais competitivo. Não que 2013 tenha sido mais fácil, mas em 2016 a competição é mais acirrada e mais aberta”, finalizou.

No domingo (1º), Laguzza pode levantar a “Orelhuda”, como é conhecida a taça da Copa do Nordeste, pela segunda vez. Depois de perder na última quarta-feira (27) por 2 a 1 em Recife, o Campinense precisa vencer o Santa Cruz por 1 a 0, ou por qualquer placar com diferença a partir de dois gols, para ser campeão. A decisão no estádio Amigão, em Campina Grande, começa às 16h.

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