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Primeiro caso de varíola dos macacos é confirmado na Paraíba

Pessoa que teve o diagnóstico é uma mulher de 22 anos, que mora em João Pessoa. A transmissão teria ocorrido fora da Paraíba
Varíola dos macacos
Varíola dos macacos (Foto: Divulgação)

O primeiro caso de varíola dos macacos na Paraíba foi confirmado nesta quinta-feira (4), pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB). A informação foi divulgada pelo infectologista Fernando Chagas, no Balanço Geral, da Rede Correio Sat.

A pessoa que teve o diagnóstico é uma mulher de 22 anos, que mora em João Pessoa. A transmissão teria ocorrido fora da Paraíba. Ela está isolada e com sintomas leves.

Conforme a SES-PB, a Paraíba tem nove notificações, incluindo o caso confirmado nesta quinta-feira (4), sendo dois descartados e seis em investigação. A faixa etária que mais registra casos prováveis é a que compreende pessoas entre 20 e 29 anos: são cinco notificações. O outro paciente tem idade entre 50 e 59 anos. Quatro dos casos investigados são homens.

Dentre os casos investigados, cinco são em João Pessoa e um é na cidade de Sousa.

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A secretária de Saúde, Renata Nóbrega, tranquiliza a população sobre a situação da doença na Paraíba.

“O caso confirmado é leve e a paciente segue em isolamento domiciliar. Destacamos a importância de observar os sintomas que configuram casos suspeitos, como aparecimento de lesões de pele, principalmente na região genital e/ou sangramento retal, acompanhados de febre e inchaço dos gânglios linfáticos”.
 
Renata Nóbrega ainda orienta sobre a conduta a ser adotada em caso de suspeita da doença.

“Caso haja algum sintoma sugestivo, fortalecemos a necessidade de procurar uma Unidade de Pronto Atendimento ou um Hospital Regional que possa acompanhar o paciente e realizar a coleta do material para exame. O isolamento é fundamental para evitar a contaminação, que pode acontecer principalmente por contato próximo ou íntimo e por secreções das vesículas. Isso requer um cuidado também no uso de itens como toalhas, roupas e lençóis”, reforça.
 
Segundo a SES-PB, a Paraíba já conta com a rede de referência para atender e tratar, inclusive se houver necessidade de internação, adultos e crianças que apresentem a forma grave da doença, no entanto a maioria dos casos se apresenta de maneira leve e o tratamento é apenas para alívio dos sintomas. A SES reforça que os casos suspeitos de Monkeypox devem ser notificados pela rede de saúde de forma imediata ao Centro Estadual de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS-PB) 

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