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Professores podem ter aumento no piso salarial de 13%

Se o Congresso Nacional manter o relatório atual para prorrogação do Fundo Nacional de
Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), o piso do magistério pode subir 13% ao ano, segundo o secretário do Tesouro Nacional, Mansueto Almeida. O Ministério da Educação (MEC) utiliza o crescimento do valor anual mínimo por aluno como base para o reajuste do piso dos professores.

Porém, o aumento preocupa o secretário, que alega que “isso pode ser um problema,
sobretudo para Estados que já estão com dificuldades financeiras”. Prefeitos e governadores já haviam solicitado, no ano passado, o adiamento da publicação da portaria com a previsão dos recursos do Fundeb para 2020, pois seria uma forma de impedir os efeitos da portaria que obriga os governos regionais a aplicar o reajuste.

Tal variação significaria um aumento real próximo de 10% ao ano. “O que me aflige um pouco é o ritmo do crescimento (do gasto com educação)”, declarou o secretário do Tesouro Nacional.

O piso salarial dos professores da educação básica pública, em início de carreira, foi  reajustado em 12,84% para 2020, passando de R$ 2.557,74 para R$ 2.886,24. O piso salarial dos professores do magistério é atualizado, anualmente, no mês de janeiro. A
regra está em vigor desde 2009, ano em que o valor de R$ 950 foi o início do reajuste anual.

Comentários

Ricardo Moreira disse:

É realmente um absurdo o descaso do governo com a educação. Ela não é vista como prioridade em nosso país mas sempre relegada a segundo plano por mais que pareça que este a valoriza. Para eles,educação é apenas uma desincumbência de tarefa. Não existe aquele compromisso por assim dizer “religioso” como nos países do Oriente ou da Europa ou dos Estados Unidos, ou até mesmo de Cuba em colocar a educação no centro de outros valores. O Brasil ainda não acordou pra isso!

Francisco Ferreira disse:

Enquanto estiverem vendo Educação como gastos, esse País continuará mediocrimente com níveis baixos no desenvolvimento educacional.

Armando da Costa Lima disse:

País engraçado o nosso onde gasto com educação preocupa,porém cartão corporativo,diária de prefeitos,auxílio moradia para juízes,verba paletó para deputados e outra aberração configuram problema,hen?

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