
Para a contratação de serviços e a venda de produtos fora da internet, o marketing aplica estratégias com relação direta com a psicologia. Isso não é diferente no marketing digital: métodos bem similares são adotados, com a diferença sendo o meio. Nesse caso, a rede mundial de computadores, a internet.
Isso é especialmente perceptível quando falamos sobre o entretenimento digital e como ele é capaz de moldar o comportamento dos usuários. É impossível falar sobre a psicologia do entretenimento digital sem trabalhar as plataformas de cassino online e apostas esportivas, como a Strafe (https://www.strafe.com/br/apostas-esports/cassino/). Tratam-se de espaços de diversão pela internet que requerem a responsabilidades para serem apreciados.
Aqui há uma linha tênue entre a emoção dos jogos que impulsionam novas apostas e o descontrole com os gastos. Plataformas confiáveis como a Strafe – citada logo acima – incentivam o jogo responsável, mas esse não é um fenômeno geral, de modo que as apostas pela internet merecem a atenção de todos.
De uma maneira ou de outra, plataformas online utilizam gatilhos psicológicos para engajar os públicos e criar experiências imersivas relacionadas ao consumo.
Nos tópicos abaixo nós vamos falar de quatro dentre os principais fenômenos associados: o papel dos influenciadores digitais, os jogos de cassino e apostas online, a potencialização do “fear of missing out” e a facilitação da jornada dos consumidores. Tudo isso, é claro, a partir de um viés da psicologia.
Conforme uma pesquisa publicada na plataforma Exame, 61% dos entrevistados afirmaram ter as suas decisões de compra influenciadas por influenciadores digitais. Embora esses sejam dados brasileiros, a verdade é que se trata de um fenômeno global, e um que já existia mesmo antes das redes sociais.
No passado, a opinião pública sobre compras e contratações era ditada pelas celebridades da televisão e do cinema, o que significa que esse fenômeno psicológico é bastante antigo. A principal diferença é que, ao contrário da TV, as redes sociais dão uma impressão de “proximidade” entre os indivíduos.
“FOMO” é a sigla de “Fear of Missing Out”, um termo em inglês que basicamente representa aquele sentimento de “ficar de fora” de alguma coisa que esteja acontecendo no momento. Não assistir a um filme sobre o qual todos estão falando, por exemplo; ou não comprar um produto que está em alta.
Essa sensação é aproveitada pelas marcas, considerando que se trata de um motivador psicológico poderoso. No fim das contas, todos nós queremos “fazer parte” de grupos; o que, nesse caso, significa comprar um produto ou contratar um serviço. O fenômeno não é nada saudável, mas é uma realidade.
Finalizando a lista nós temos a jornada do consumidor, que é o caminho percorrido desde o primeiro contato com a marca até a compra ou contratação. Quando essa jornada é difícil, as chances são altas de que o cliente em potencial apenas desista, o que significa que toda a experiência deve ser facilitada.