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O rompimento da ex-secretária Aracilba Rocha e consequente adesão à candidatura do senador Cássio Cunha Lima, como era de se esperar, não passou em brancas nuvens. Mereceu organizada e fundamentada reação dos aliados do governador Ricardo Coutinho.

Todos os discursos visaram minimizar o peso da defecção, por uma parte, e desconstruir, por outra parte, os argumentos pautados pela engenheira para justificar o afastamento do governador, apesar de exercer por mais de três anos espaço privilegiado no primeiro escalão da gestão que ajudou a eleger e a viabilizar.

Politicamente, o revide começou pelo deputado Tião Gomes, presidente do PSL, partido da Aracilba. A decisão de Aracilba foi tida por ele como uma explícita infidelidade partidária e um fato de pouco impacto político por serem já decantadas e conhecidas as queixas da ex-secretária.

Coordenador da campanha do PSB, Célio Alves não deixou por menos, em contato com a Coluna. O radialista refutou a acusação de Aracilba, que julga ter caído em desgraça no governo a partir do dia em que manifestou desejo de disputar vaga na Assembleia e virou concorrente de candidatura da predileção do governador.

“O governador não interfere em eventuais disputas de votos entre candidatos a deputado. Aracilba, como secretária, gozou do respeito e da confiança do governador. O povo julgará a postura dela”, assinalou Célio, mariense que ora empresta o talento da oratória à defesa do projeto de reeleição de Ricardo.

Reações também de dentro da gestão. O secretário Luís Tôrres rechaçou a tese de hostilização levantada por Aracilba durante a ‘dramática’ coletiva na API. “Quem respondia pela Secretaria de Finanças, um dos cargos de confiança mais importantes do Estado, não há que se falar em desprestígio ou perseguição”, contrapôs. O governo não deixou Aracilba, conhecida pela língua solta, falar sozinha.

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