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Rebeca foi morta após descobrir caso do padrasto com outro homem, diz promotor

O promotor Marcus Leite, que cuida do ‘Caso Rebeca’, afirmou que o policial militar Edvaldo Soares da Silva, padrasto da estudante, teria estuprado e assassinado Rebeca Cristina para que ela não contasse a mãe sobre a descoberta de um caso extraconjugal que o policial teria tido com outro homem. A estudante foi morta em julho de 2011 e o policial militar vai ser julgado pelo crime em júri popular. Comente no fim da matéria.


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De acordo com o promotor, a tese de que o policial estuprou e matou Rebeca Cristina por ela ter descoberto o caso extraconjugal ganhou força com depoimentos de amigos da estudante.


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“O motivo do crime foi que Rebeca havia descoberto esse caso extraconjugal dele e pelo que tinha nas mensagens seria um indivíduo do sexo masculino. Rebeca teria passado essa informação para amigos e os amigos são testemunhas no processo”, comentou o promotor.

Sobre Edvaldo Soares, o promotor afirmou que ele continua negando autoria do crime e não revela o nome de um provável comparsa que teria participação na morte da estudante.

O Portal Correio tentou localizar a defesa do acusado para ouvi-la sobre a nova colocação do MPPB, mas não obteve sucesso.


PM vai ser julgado em júri popular

Nessa terça-feira (20), o presidente do 1º Tribunal do Júri da Capital, juiz Marcos William, decidiu que o policial vai ser julgado pelo crime em júri popular.

Segundo o juiz, a decisão aconteceu após conclusão de coleta de testemunhos de acusação e defesa e análise de todas as provas apresentadas no inquérito policial, que foi encerrado em setembro do ano passado. O réu, que era padrasto da vítima, está preso desde julho do mesmo ano.

Investigações da Polícia Civil mostraram que Edvaldo Soares teria planejado o estupro e assassinato de Rebeca porque a adolescente teria descoberto um caso extraconjugal dele. O policial temia que a vítima contasse à mãe sobre a traição. Além disso, foi identificado ao longo do inquérito que o réu tinha histórico voltado para a prática de crimes sexuais, tendo sido alvo de sindicância e apurações policiais.

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