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Reconstituição dura 3h e mantém divergências em caso de jovem morto pela PM em JP

A reconstituição da abordagem policial que resultou na morte do estudante Cícero Maximino da Silva Júnior, de 21 anos, na Orla de João Pessoa, foi feita na noite dessa quinta-feira (3). O trabalho durou três horas, mas não esclareceu as dúvidas dos peritos. Agora, a polícia vai analisar imagens de câmeras de segurança para reforçar as provas.


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A reconstituição foi feita em duas etapas. Na primeira, a polícia reconstituiu o crime com base nas informações do cabo da Polícia Militar suspeito de atirar contra o estudante.

Na primeira versão, o policial afirmou que a dupla de moto tentou fugir da blitz e um dos ocupantes teria tentado sacar uma arma, sendo atingido pelo disparo efetuado pelo policial.

Na segunda versão, o piloto da moto afirmou aos investigadores que não teria visto a blitz sendo realizada e que não conseguiu escutar o tiro do policial.

De acordo com o delegado Reinaldo Nóbrega, chefe da Delegacia de Homicídios da Capital, as duas versões do crime não se encaixam e os peritos devem prorrogar o prazo de investigação.

“O prazo legal, que é o prazo previsto no código do processo penal é de dez dias. Mas o perito do caso pode pedir prorrogação do prazo se a perícia for complexa. Como não a réu preso, não há porque negar essa dilação do prazo para que a prova seja mais robusta”, disse o delegado.

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