Religiosos ?agrediam? Governo na PB durante a ditadura militar

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Órgão de repressão criado pela lei nº 4.341, em 13 de junho de 1964, no início do regime militar, o SNI e acompanhou de perto os passos do principal líder religioso do Estado, Dom José Maria Pires, apelidado de Dom Pelé. Documento do extinto órgão, em poder da Comissão Estadual da Verdade e da Preservação da Memória, diz que, na década de 70, os problemas fundiários no Estado da Paraíba afloraram com preponderância acentuada, em face de dois aspectos.

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O primeiro segundo relatório do SNI: “Orientação do clero, dito progressista, sob a liderança marcante do bispo D. José Maria Pires (Dom Pelé) que, em seu trabalho de base, estimula ao máximo os trabalhadores das propriedades rurais a se organizarem para desenvolver a luta em busca do reconhecimento do direito à posse da terra. Para isso, a própria legislação vigente é simplesmente ignorada, derrotando o direito de herança”.

O segundo, de acordo com o relatório: “Desenvoltura extremada da atuação de religiosos estrangeiros na agressão ao Governo, seja através de ação pessoal, seja através de publicações oficiais da Arquidiocese da Paraíba, que, inclusive, procuram achincalhar as mais altas autoridades da República.

Leia matéria completa na edição deste domingo do jornal Correio da Paraíba.

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