Remédios deverão encarecer e consultor financeiro orienta

Aumento, em números parece pequeno, mas para pessoas que consomem medicamentos com frequência, o reajuste pode pesar em seu planejamento familiar

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Um importante dado para o mercado farmacêutico em 2018 é que já estão sendo feitas as primeiras projeções do aumento de medicamentos para o próximo ano, que não deverá ser muito expressivo, mas pode pesar no bolso da população. Já foi publicado o Comunicado da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED) nº 21, que fixa o valor do Fator de Produtividade (Fator X), para o ano de 2018 em 0,75%, esse é um dos fatores componentes do ajuste anual de preços de medicamentos. Com base nele e em simulações do mercado, já se projeta que o aumento dos medicamentos para 2018 será de 2,8% em média, segundo o Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma).

O aumento em números parece pequeno, mas para pessoas que consomem medicamentos com frequência, o reajuste pode pesar em seu planejamento familiar, principalmente em famílias de baixa renda. A dificuldade pode se agravar para quem já se depara diariamente com aumentos em diversos setores, como gás de cozinha e gasolina.

A aposentada Marluce Rezende, de 72 anos, que é consumidora de remédios há mais de três anos, relata que o aumento dos preços de medicamentos podem fazer uma diferença em seu planejamento mensal de gastos.

“Eu sou consumidora de medicamentos há três anos e faço o consumo de cinco tipos diferentes, por isso acredito que o aumento, por menor que seja, pode atrapalhar os gastos mensais. Pode não fazer tanta diferença para mim, no entanto, para famílias de baixa renda isso pode ser muito prejudicial”, contou.

No vídeo acima, o consultor financeiro Rodrigo Leone dá dicas de economia.

Em respeito à Legislação Eleitoral, o Portal Correio não publicará os comentários dos leitores. O espaço para a interação com o público voltará a ser aberto logo que as eleições de 2018 se encerrem.

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