?Se Deus for brasileiro teremos Barbosa ou Moro como presidente?, diz Simon

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Em passagem pela Paraíba para receber o título de Cidadão Pessoense e a Medalha Cidade de João Pessoa pela Câmara Municipal da Capital, o ex-senador Pedro Simon (PMDB-RS) falou, nesta terça-feira (3), sobre o cenário político atual do país e expressou sua torcida pelo os nomes que ele considera que podem colocar o Brasil de volta no eixo, para presidente da República em 2018.

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“Se Deus for brasileiro como dizem, mas eu acho que não é, mas se ele realmente for brasileiro, teremos Joaquim Barbosa ou Sérgio Moro como presidente. São dois nomes espetaculares”, disse Pedro Simon em entrevista ao programa Correio Debate, da Rádio Correio Sat.

O ex-senador, que não possui mais mandato, mas ainda tem credenciais para analisar o atual momento vivido pelo país devido aos seus 60 anos de vida pública, ressaltou que o ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal Joaquim Barbosa agiu “com bastante tranquilidade” e coerência no caso do mensalão, em que ele foi o relator do processo.

Sobre o juiz federal, destaque por comandar os julgamentos dos crimes de corrupção identificados na Operação Lava Jato, que investiga desvio de recursos da Petrobras, Pedro Simon classificou como “um gênio”. “Há uma guerra contra ele, mas ele combatendo a corrupção no país”, declarou.

O apreço por Barbosa e Moro foi expresso pelo ex-senador em seu discurso de despedida do Senado Federal no ano passado. Ele citou os dois como “abnegados” que “gritam e lutam contra a corrupção”.

Para Simon, o STF deu um enorme passo no combate à impunidade. “O mensalão marcou uma mudança no Brasil. Três tesoureiros do PT e o presidente do PT foram parar na cadeia. Chegamos ao fundo do poço, mas pela primeira vez quem está na cadeia são os donos de empreitaras e políticos”, avaliou.

A respeito da gestão da presidente Dilma Rousseff (PT), ele afirmou que o mais sensato seria a sua renúncia, mas defendeu que ela reúna de forma transparente a sociedade e faça um plano emergencial para tirar o país da crise econômica. “Se ela renunciasse, ela teria um papel importante, mas ela podia se reunir e chamar toda a sociedade e fazer um plano sustentável mínimo”, defendeu.

Em respeito à Legislação Eleitoral, o Portal Correio não publicará os comentários dos leitores. O espaço para a interação com o público voltará a ser aberto logo que as eleições de 2018 se encerrem.

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